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Indicador de empregados no setor ficou em 42,7 pontos no mês de maio; no mesmo período, atividade da indústria da construção ficou em 44,1 pontos

Brasil Econômico

O nível de emprego e de atividade no setor da construção civil apresentaram retração em maio na comparação com abril. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (27) pela Confederação Nacional da Indústria, a queda do mês passado teve ritmo menor que em maio 2016. Em escala que vai de zero a 100 pontos, o número de empregados ficou em 42,7 pontos. Na comparação com maio, a taxa ficou em 38,1 pontos.

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Ao mesmo tempo, o nível de atividade da indústria da construção ficou em 44,1 pontos. Em maio de 2016, o indicador estava em 40,1 pontos. Quando estão abaixo dos 50 pontos, os indicadores de emprego e de atividade apontam queda no setor. Quando estão acima da linha divisória estabelecida pela CNI, indicam uma cenário mais positivo para os próximos meses.

Em ritmo de queda menor que o apresentado em maio de 2016, nível emprego na construção civil ficou em 42,7 pontos
Agência Brasil/Arquivo
Em ritmo de queda menor que o apresentado em maio de 2016, nível emprego na construção civil ficou em 42,7 pontos

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Em maio, o nível de utilização da capacidade operacional da construção civil ficou estável em 55%, ou seja, 45% das máquinas, equipamentos e pessoal do setor estavam parados no período. A partir destes números, a disposição de empresários em investir continua muito baixa. Para junho, segundo o mesmo levantamento, o indicador de intenção de investimentos caiu para 27,2 pontos.

O resultado é 1,3 ponto menor que o apresentado na pesquisa de maio. O índice também varia de zero a 100 pontos. Quanto menor o valor, mais baixa é a disposição dos empresários para investir. A pesquisa também indicou que as projeções dos empresários do setor para os próximos meses permaneceram estáveis.

O indicador de evolução da atividade ficou em 49,7 pontos em junho, bem próximo da marca dos 50 pontos, sinalizando perspectiva da manutenção na atividades em um nível parecido nos próximos seis meses. O indicador de expectativas de novos empreendimentos e serviços ficou em 48,8 pontos.

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Ao mesmo tempo, o indicador de compra de insumos e matérias-primas alcançou 48,3 pontos e o de número de empregados, 48 pontos. Assim como os índice de emprego e atividade, os indicadores de expectativa também variam de zero a 100 pontos. Valores abaixo de 50 pontos indicam pessimismo dos empresários. A pesquisa da CNI foi feita entre 1º e 12 de junho com 604 empresas. Dessas, 210 são pequenas, 262 são médias e 132 são de grande porte.

* Com informações da Agência Brasil.

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