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Índices de novas vacâncias e de novas vagas de emprego caíram 10,1% e 8,7%, respectivamente, na comparação entre maio de 2017 e 2016

Brasil Econômico

Nesta segunda-feira (12) a Catho, site especializado em classificados de vagas de emprego, divulgou o Índice Catho-Fipe de Novas Vagas de Emprego, o qual mostrou relativa estabilidade no mercado de trabalho entre os meses de maio e abril deste ano, ao variar 0,1% no período.

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Índice Catho-Fipe de Novas Vagas de Emprego mostra estabilidade entre os meses de abril e maio
NELSON ANTOINE/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
Índice Catho-Fipe de Novas Vagas de Emprego mostra estabilidade entre os meses de abril e maio

Já em relação à taxa de novas vagas de emprego , o crescimento foi de 0,7%. A única variação negativa registrada nos meses comparados foi em relação ao Índice de vagas por candidato, que caiu 1,1%.

Acumulado de 2017                                                        

No acumulado de 2017, por outro, o índice de novas vagas sofreu recuo de 5,3%. Os números se mostram ainda piores aos desempregados, quando nota-se que no período também caiu o índice de novas vacâncias, com 6,9%. As vagas por candidato também sofreram grande impacto ao longo dos meses, visto que variou negativamente 26,8%.

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Comparativo maio de 2017 x maio de 2016

Assim como o recorte do acumulado do ano elaborado pela Catho, a comparação anual em relação ao mercado de trabalho também só aponta para quedas. A mais impactante delas é em relação ao índice de vagas por candidatos, que caiu 28,2%.

Os índices de novas vacâncias e de novas vagas de emprego caíram respectivamente 10,1% e 8,7% no período.

IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no fim de maio o último balanço sobre o desemprego.  aA Instituição apurou que cerca de 14 milhões de pessoas se encontram desocupadas no País, o que equivale a 13,6% da população economicamente ativa.

O IBGE também comparou os seus números com o mesmo período – trimestral móvel encerrada em abril – de 2016, quando a marca era de 11,2%, o registro aponta para alta de 2,4 pontos percentuais.

Embora a alta de desocupação e a busca por vagas de emprego impulsionem, em certo grau, o número de pessoas que trabalham por conta própria, a média trimestral móvel se manteve relativamente estável ao trimestre anterior – entre novembro de 2016 e janeiro de 2017, com recuo de 3,1%, aponta o IBGE.

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