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Taxa medida pelo IBGE na Pnad Contínua no mesmo período do ano passado era de 8,6%; renda média real do trabalhador caiu 3% em relação a 2015

Renda média real do trabalhador caiu 3% em relação ao mesmo período do ano passado
NELSON ANTOINE/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
Renda média real do trabalhador caiu 3% em relação ao mesmo período do ano passado

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,6% no trimestre encerrado em julho de 2016, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em igual período do ano passado, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 8,60%. O número de desempregados no Brasil subiu para 11,8 milhões de pessoas, que é o maior já registrado pela pesquisa.

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A renda média real do trabalhador foi de R$ 1.985 no trimestre até julho de 2016. O resultado representa queda de 3,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 175,3 bilhões no trimestre até julho, queda de 4,0% ante igual período do ano anterior.

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Desde janeiro de 2014, o IBGE passou a divulgar a taxa de desocupação em bases trimestrais para todo o território nacional. A nova pesquisa substitui a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrangia apenas as seis principais regiões metropolitanas, e também a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) anual, que produz informações referentes somente ao mês de setembro de cada ano.