Preço menor da energia fará inflação cair, diz ministro

Segundo Paulo Bernardo, a queda do preço, tanto para as pessoas como para as empresas, vai significar arranque na produção e vai ter impacto positivo em uma taxa menor de inflação

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O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse, nesta sexta-feira, que a redução de até 16,2%, em média, do preço da energia para os consumidores, e de até 28% para a indústria, anunciado na quinta-feira (6) à noite, pela presidente Dilma Rousseff, representará uma queda na inflação e crescimento econômico.

"Com a redução de tarifa de energia mais mercado consumidor interno têm um forte potencial de crescimento", disse o ministro, que participou do desfile das comemorações da Independência, em Brasília. A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, confirmou que o anúncio do plano que reduzirá as tarifas de energia será feito na próxima terça-feira (11), pela presidente Dilma Rousseff, que também assistiu ao desfile em homenagem à Independência, na Esplanada dos Ministérios.

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Segundo ele, o menor custo da energia significará um "arranque na produção (industrial)" e terá impacto positivo em uma taxa menor de inflação.

"Com certeza a energia com preço reduzido, tanto para as pessoas como para as empresas, vai significar um arranque na produção e vai ter um impacto positivo em uma taxa menor de inflação", disse o ministro.

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Segundo ele, o governo acredita nesse arranque da produção porque há condições que garantem o aumento do consumo no país.

"Temos uma coisa preciosa, que é o mercado de consumo, o emprego está quase pleno, as pessoas têm poder aquisitivo, os salários estão aumentando ainda. Se tiver um impulso, a produção com certeza vai crescer bastante", analisou Bernardo.

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O tradicional desfile de 7 de Setembro contou com a presença de quase metade dos ministros do governo e da presidente Dilma Rousseff, que esteve acompanhada durante parte do tempo do seu neto Gabriel.

A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, evitou dar mais detalhes sobre os planos do governo para reduzir a conta de energia. Apenas disse que as mudanças valerão a partir de 2013 e que na próxima terça-feira Dilma fará o anúncio oficial da medida.

(com Reuters)

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