Setor de fitness e mercado de academias movimentam mais de R$ 2 bilhões no País

Por Brasil Econômico - Érica Ribeiro |

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Brasil lidera setor em toda a América do Sul e é o segundo maior do mundo

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O setor de fitness no Brasil ganha contornos de primeiro mundo. O país segue na dianteira do mercado mundial nos últimos dez anos e já é considerado o maior da América Latina em número de academias, além de ocupar o segundo lugar no mundo. Segundo a Associação Brasileira de Academias (ACAD Brasil), o mercado brasileiro de fitness passou de quatro mil academias em 2000 para mais de 22 mil em 2012. Hoje, o setor atende mais de seis milhões de pessoas, movimentando economicamente US$ 2,3 bilhões.

Divulgação
Área de musculação da academia Bodytech no shopping Eldorado, em São Paulo

Além das academias, que investem pesado em infraestrutura, novos formatos e opções para todos os bolsos, este é um mercado que envolve ainda fabricantes de roupas,equipamentos e serviços. Uma das empresas que vem crescendo por conta da nova realidade do setor é a D&D Pilates, com sede na Tijuca, no Rio e fábrica em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Além de um centro de formação de profissionais para as aulas de pilates,a empresa tem uma linha de produção dos equipamentos que são instalados em academias em todo o país.

“O pilates teve um boom no setor de fitness. Cada vez mais as clínicas e academias investem em um circuito para a prática dos exercícios ou de fisioterapia. Isso movimenta a nossa indústria. Nossa expectativa é vender mais de 135 mil equipamentos esse ano”, diz Rodolfo Rodrigues Peixoto, assistente de Marketing da D&D Pilates.

De janeiro a junho, a empresa instalou 50 novos estúdios de pilates no país. Os preços de cada kit de equipamentos varia de R$ 10 mil a R$ 16 mil. Rio e Brasília são os mercados com maior demanda. A D&D Fitness também vai abrir clínicas pelo país. Serão seis delas até 2016.

Também de olho no mercado brasileiro e nos grandes eventos esportivos,a Winners Sport, representante das marcas Wilson e Salomon, tem previsão de faturamento de R$ 36 milhões até o fim de 2013 - um plano ambicioso para quem abriu duas lojas em São Paulo, com investimento de R$ 3 milhões, há menos de um ano.

Também ambiciosa é a meta de faturamento da 15ª edição da feira Rio Sports Show, que prevê movimentar R$ 45 milhões em negócios em três dias, de acordo com sua idealizadora, Ana Paula Graziano. O evento, que começa hoje, reúne mais de 70 expositores e dez compradores internacionais, de países como México, Colômbia, Chile e Alemanha. Os estrangeiros irão participar da rodada de negócios do projeto Brazilian Sports, da Apex-Brasil e da Associação Brasileira de Bens e Serviços do Esporte.

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