A economia do Brasil pisou no freio no terceiro trimestre deste ano. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no País, ficou em 0% em relação aos três meses anteriores. No mesmo período em 2010, o resultado foi um avanço de 1%, pelo dado revisado. O dado anterior apontava alta de 0,4% de julho a setembro do ano passado.
Em relação ao segundo trimestre, somento o setor agropecuário apresentou avanço de 3,2%. A indústria e o setor de serviços tiveram variações negativas de -0,9% e -0,3%, respectivamente.
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Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, o PIB cresceu 2,1% com destaque para o setor agropecuário com alta de 6,9%), seguida pelo segmento de serviços com avanço de 2% e a indústria com crescimento de 1%.
No acumulado nos quatro trimestres terminados no terceiro trimestre de 2011 (12 meses), o crescimento foi de 3,7% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No acumulado em 2011, até setembro, o PIB apresentou uma expansão de 3,2%. Em valores correntes o resultado do PIB alcançou R$1,05 trilhão.
Na semana passada, ao anunciar uma redução de tributos para estimular o consumo, o ministro da Fazenda Guido Mantega, afirmou que as medidas de desonareção vão permitir que o Brasil cresça 5% em 2012. "Continuamos o crescimento da economia. Temos como impedir a contaminação e preparamos um 2012 com crescimento em torno de 5%", afirmou Mantega na ocasião.
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O resultado tímido do PIB no terceiro trimestre não foi surpresa para ninguém. Nem para o mercado, nem para o governo. Com a acentuada redução da produção industrial nos últimos meses e com os investimentos privados em compasso de espera, já havia até a expectativa de que o PIB pudesse ter crescimento negativo. “Não havia como esperar outra coisa, os resultados da indústria e do investimento nos últimos meses apontavam para um desempenho fraco”, disse José Francisco de Lima Gonçalves, economista chefe do Banco Fator.
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Quase duas semanas antes da divulgação do PIB pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o próprio governo já trabalhava com a possibilidade de o terceiro trimestre registrar crescimento zero.
Durante uma palestra, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, declarou que os números indicavam que o crescimento seria zero. “Os números vêm indicando desaceleração, podendo chegar a zero”, disse ele, acreditando que haveria uma recuperação no quarto trimestre.
Um dos principais responsáveis pela desaceleração do Produto Interno Bruto no terceiro trimestre foi o fraco desempenho da indústria no período. Os números da produção industrial de outubro mostraram um recuo de 2,2% em relação ao mesmo período de 2010 e de 0,6% quando comparado a setembro.
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Outro é o investimento, que vem caindo desde que a crise europeia deu sinais de que se tratava de algo tão – ou mais – grave que a crise financeira de 2008. “Nós estamos mantendo nossa previsão para o ano que vem um pouco acima de 3% porque acreditamos que o governo e as estatais vão entrar com mais vigor no investimento em 2012”, disse Gonçalves, do Fator. “Nesse ano percebemos que o medo da iniciativa privada com o que vai acontecer na Europa travou tudo”, acrescentou.
Segundo o IBGE, a taxa de investimento no terceiro trimestre foi de 20% do PIB, inferior à taxa referente a igual período do ano anterior, que havia sido de 20,5%. A taxa de poupança alcançou 18,8% no terceiro trimestre de 2011, ante 19,6% no mesmo trimestre de 2010.
No resultado do terceiro trimestre de 2011, a necessidade de financiamento alcançou R$ 19,7 bilhões contra R$ 24,9 bilhões no mesmo período do ano anterior. A renda nacional bruta atingiu R$ 1.028,7 bilhões contra R$ 949,0 bilhões em igual período do ano anterior; e, nessa mesma comparação, a poupança bruta atingiu R$ 196,9 bilhões, contra R$ 188,9 bilhões em 2010, de acordo com o instituto.
(Colaborou Ilton Caldeira, iG São Paulo)
A notícia (festejada pela Globo pela Miriam Leitão) traz a comparação entre o crescimento no primeiro e o segundo semestre deste ano de 2011, e as chamadas não explicam que houve crescimento na comparação entre o ano de 2010 e 2011. O Estado Brasileiro está crescendo economicamente, mas é necessário que os empresários brasileiros parem de enganar nosso povo com produtos de terceira categoria que não podem disputar com aqueles produzidos em outros países (inclusive de terceiro mundo como os chineses, coreanos, etc.), sendo que nos países de primeiro mundo os salários são maiores e os produtos de melhor qualidade e menor preço. Só para se ter uma idéia, na compra de carros o consumidor paga, além do preço do carro e dos juros do financioamento, uma taxa de 10% a 15%, que é repassada para a concessionária vendedora. Taí a enganação da burguesia brasileira que vive trapaceando e enganando o consumidor com aumentos irreais da mercadoria, acusando os impostos como vilão da história.
Responder comentário | Denunciar comentárioPURO BLÁ...BLÁ....BLÁ....ESSE DESGOVERNO MANIPULA OS NUMEROS DO PIB DO JEITO QUE BEM ENTENDER....E SEMPRE DESFAVORAVEL A POPULAÇÃO, PARA NEGAR UM INDICE DE RAJUSTE MELHOR AO SALARIO MINIMO AS APOSENTADORIAS ETC....ETC....\nFAZ MUITO TEMPO QUE ESSES DESGOVERNANTES PERDERAM A CREDIBILIDADE EM SUAS AÇÕES TANTO DE TRANSPARENCIA E COMPETENCIA.\nOS UNICOS QUE ELES PODEM ENGANAR SÃO OS ANALFABETOS E IGNORANTES DO NOSSO PAIS, QUE INFELIZMENTE AINDA SÃO A MAIORIA DA POPULAÇÃO....
Responder comentário | Denunciar comentárioAs mentiras do governo estão aparecendo, matérias nos telejornais compradas, números mentirosos da economia, nem país de 1º mundo com tudo em ordem gera 5 milhões de empregos, o que tá faltando pro impeachment da dilma ????\nA ditadura do pt, não pode mais continuar nesse país !!!!!! e a Impressa, do que tem medo do governo ???? Vamos ficar do lado do povo e mostrar a real condição do país !!!!!! ACORDA BRASIL !!!
Responder comentário | Denunciar comentárioOs setores da mídia ligados evidentemente ao capital fazem estardalhaços sobre o comportamento da economia se apegando aos investimentos, produtividade das empresas e lucratividade, demonizando os impostos recolhidos ao Estado. No entanto, o desenvolvimento econômico no Brasil nunca privilegiou a distribuição de renda. O Ministro Delfin Netto, no tempo da ditadura disse que era necessário fazer crescer o bolo para repartí-lo entre todos os trabalhadores, mas o que se viu foi o crescimento da economia brasileira sem a distribuição de renda até o governo FHC e, com adistribuição de renda feito pelo Estado através do aumento das aposentadorias e do salário mínimo, além do fome zero criou a condição de crescimento. O que se verifica é que no período em que somente os ricos se apropriavam do dinheiro do Estado através de subsídios, licitações fraudulentas e supervalorização de serviços e bens vendidos ao Estado, não havia desenvolvimento econômico; e depois que o Estado passou a se preocupar com os mais pobres houve desenvolvimento econômico; isso porque os ricos não aplicam seu dinheiro no processo produtivo, somente os pobres fazem isso comprando bens e serviços disponíveis no mercado brasileiro.
Responder comentário | Denunciar comentárioPois é, realmente é um jogo de enganações. Nós, "o povo", temos que fingir que acreditamos nisso. Crescimento de 5% rs...rs..., se fosse verdade, jamais teríamos tantos desempregados e tantos passando necessidades básicas para viver.
Responder comentário | Denunciar comentárioÉ só olhar o gráfico. sera 5% negativo.
Responder comentário | Denunciar comentárioTava na cara que ia dar nisso!!!!! Sem comentários.
Responder comentário | Denunciar comentárioVamos lá meu povo, vamos colocar mais um presidente inexperiente, fechando cargos com partidos e sorteando empregos para seus afiliados.\n\nAcorda Brasil, esse governo e uma farsa
Responder comentário | Denunciar comentárioo brasil vai pagar um alto preço pela corrupçao que toma conta deste pais,,,,deixo um alerta para os pequenos empresarios,,,,,,,nao se arrisque,,,,,nao confiem,,,,tomem muito cuidado com o custo brasil,,,
Responder comentário | Denunciar comentárioAcredito sim que no próximo ano o Brasil vai crescer 5% ou até mais, como a Cristina Kirchner sempre esta conversando com a nossa "presidenta" logo ela esteja passando as detalhes de como bular os índices para fazer o Brasil crescer 5%.\n\nA algum tempo atrás até acreditava nos índices que eram feitos pelo IBGE, GV, entre outros, mas depois que o governo Lula assumiu, a coisa ficou muito estranha, sempre que são apontados os índices, a percepção do dia-a-dia é outro.\n\nÉ uma pena, mais não podemos mais confiar nos números informados pelo governo. O PT esta sempre manipulando as coisas, e desta vez são os índices.\n\nVivemos no país das maravilhas, opss... para os ilustres politicos.
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