Saiba o que significa joint venture, pull back, headge, entre outras expressões utilizadas por investidores da BM&F Bovespa e de outras bolsas de valores

Brasil Econômico

Confira 10 expressões em inglês presentes no cotidiano de um investidor da Bovespa
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Confira 10 expressões em inglês presentes no cotidiano de um investidor da Bovespa

O mundo dos negócios é cheio de termos e expressões que fazem parte do dicionário de gestores dos mais variados setores do mercado, assim como de investidores de diferentes bolsas de valores, como por exemplo, a BM&F Bovespa.

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Pensando em como facilitar o conhecimento de investidores iniciantes diante da “linguagem” financeira, o Brasil Econômico listou 10 expressões utilizadas na Bovespa e em outras bolsas, bem como na rotina corporativa.

BREAK EVEN POINT

“Break even point” refere-se ao ponto de equilíbrio entre as despesas e as receitas de uma determinada instituição. Ou seja, quando a receita apresenta-se maior do que a despesa, a entidade detém lucro e vice-versa. Vale ressaltar que essa expressão também é aplicada para cotações de ações e outros ativos, servindo como uma espécie de parâmetro para ganhos e perdas.

BOOKBUILDING

Termo utilizado para tratar de mecanismos de consulta prévia acerca de um grupo de investidores institucionais que objetivam determinar o preço de oferta de títulos por meio de leilões. Com isso, os investidores são possibilitados a definir características do título diante das condições do mercado.

JOINT VENTURE

“Joint venture” ou “união de empresas” denomina a aliança formada por instituições que visam o desenvolvimento de um novo negócio atuante em mercados conjugados na comercialização ou complementação de produtos e projetos. Também pode ser determinado entre uma empresa com capital suficiente para o financiamento do negócio e outra com competências técnicas e contatos comerciais.

PULL BACK

Expressão relativa ao movimento de correção contra uma tendência do mercado, ou seja, referente a altas e baixas tendências de venda e compra presentes no mesmo.

ROAD SHOWS

Utilizado para tratar de apresentações de planos de negócios de uma empresa para possíveis investidores nacionais ou internacionais com intuito de captar recursos para financiar atividades e projetos.

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HEDGE

Referente ao mecanismo de proteção de operações financeiras de alto risco visa alertar o investidor sobre grandes variações de preço e ativos. Esse movimento de proteção pode ser feito por meio de operações nos mercados derivativos ou através do uso de um ativo com comportamento inverso ao do que se deseja proteger.

SWAP

Termo denominado para se referir ao contrato de troca de indexadores, que assim como o hedge, funciona como mecanismo de proteção de riscos aos ativos operantes. É importante lembrar que suas receitas são em dólar e as despesas em reais, o que incita o risco de variação de câmbio.

WINDOW DRESSING

“Window dressing” é utilizada para tratar das práticas adotadas por gestores para a melhoria de suas carteiras em períodos de reporte de informação, geralmente trimestrais.  Essas mudanças pouco nocivas no que se diz respeito ao desemprenho dos fundos de investimento, aumenta os custos de transação, além de concluir vendas de ações com baixa performance antes do fim do período.

BEAR MARKET

Expressão que determina uma tendência prolongada de queda das cotações de um mercado, o que reflete o pessimismo de investidores.

BULLISH

Termo em inglês utilizado para se referir a uma tendência de valorização dos preços em um respectivo mercado financeiro, estimulando assim, o otimismo de investidores da Bovespa e de outras bolsas de valores.

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