Brasil Econômico

Airbus
Divulgação/Airbus
Airbus A320neo, um dos aviões mais vendidos do mundo

No ano mais difícil da história da aviação comercial na história, a Airbus anunciou o corte de cerca de 15 mil empregados na Europa, número que corresponde a 10% do contingente total da empresa. As demissões serão feitas de forma progressiva durante os próximos 12 meses por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). 

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A empresa europeia também anunciou o plano de reduzir 40% das atividades ligadas à aviação comercial nos próximos meses. A expectativa é de retomar o crescimento após o fim da pandemia.

“A Airbus é grata pelo apoio governamental que permitiu essas adaptações”, diz a declaração. “Como o tráfego aéreo não deverá retornar aos padrões pré-Covid até 2023, ou potencialmente até 2025, a Airbus precisará de novas medidas para o futuro”.

A Airbus é a maior fabricante de aviões da Europa. Apesar de ser sediada na França, tem fábricas na Alemanha. Espanha e Reino Unido. Com mais de 134 mil empregados, tem a americana Boeing como principal rival.

Os cortes mais intensos estão previstos para França e Alemanha, onde 5 mil pessoas perderão seus empregos em cada país. O Reino Unido perderá 1,7 mil empregados, enquanto a Espanha terá a perda de 900 funcionários em seu contingente.

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