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Empresários disseram que, de início, eram contrários ao movimento, que defendia fechamento do Congresso, mas que pautas dos atos "evoluíram"

Presidente  Jair Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR - 15.5.19
Presidente Bolsonaro disse que não comparecerá ou apoiará as manifestações convocadas a seu favor


Líderes e empresários de grandes marcar resolveram aderir às manifestações a favor do presidente Jair Bolsonaro (PSL), concovadas por apoidores para acontecer no próximo domingo (26) . De acordo com uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo , os donos da Riachuelo, Havan e Polishop já declararam apoio aos atos.

Flávio Rocha, da Riachuelo , Luciano Hang, da Havan e João Appolinário, da Polishop, fazem parte do movimento de empresários chamado Instituto Brasil 200 , conhecido justamente pelo apoio ao atual governo.

Em entrevista à publicação, os membros do Brasil 200  contaram que estavam relutando em aderirem Às manifestações em prol de Bolsonaro , já que, de início, os oreganizadores e participantes levantavam pautas antidemocráticas.

“Estávamos contrários porque a manifestação surgiu de forma nebulosa, com pautas com ataques às instituições e a favor do fechamento do Congresso. Somos contrários à tese revolucionária. Acreditamos que as mudanças têm de ser feitas pelas instituições”, explicou o presidente do grupo.

Ele relata que, mais tarde, o grupo mudou de ideia já que as pautas dos atos "evoluiram", e agora incluem propostas importantes do governo, como a reforma da Previdência , administrativa e o pacote anticrime.

No início da semana, tanto Bolsonaro como o seu partido, o PSL, afirmaram que não vão participar ou apoiar institucionalmente as manifestações. De acordo com o governo, a ideia é que pautas como pedidos de intervenção militar, por exemplo, não sejam associados à sigla e ao presidente.