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Uma das novidades é a cotação em tempo real do preço da corrida, algo como um taxímetro; função permite que passageiros tenham controle sobre preços

Brasil Econômico

Atualização permite que motorista da 99 possam avaliar seus passageiros
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Atualização permite que motorista da 99 possam avaliar seus passageiros

O aplicativo de transporte 99 apresentou as primeiras mudanças para os consumidores após a venda para a chinesa Didu Chuxing por R$ 960 milhões. A partir da próxima sexta-feira (26), o usuário do serviço poderá compartilhar com seus contatos o trajeto do veículo e ter o tempo de espera diminuído em até 20%.

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Outra alteração feita pela 99 é a cotação em tempo real do preço do serviço, algo parecido com um taxímetro dentro do aplicativo. Com a ferramenta, o passageiro pode visualizar minuto a minuto o valor da corrida que está sendo feita.

O aplicativo também inseriu uma área de bate-papo entre motorista e passageiro, voltado para os dois se comunicarem antes da corrida começar, e uma "carteira inteligente", que seleciona automaticamente qual o melhor desconto para cada situação, com a ajuda da inteligência artificial.

Mudanças para os motoristas

As atualizações não foram destinadas apenas aos passageiros. Os motoristas também terão mecanismos que visam aumentar a segurança. Para isso, a plataforma desenvolveu uma ferramenta que permite ao motorista avaliar o passageiro, para que ele saiba a "pontuação" do cliente que está o esperando.  

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Com a função "Definir destino", o condutor também poderá selecionar duas vezes por dia um destino para direcionar as corridas. Como a própria plataforma exemplifica, o motorista que estiver no fim do expediente poderá receber somente solicitações de corridas em regiões próximoas à sua casa.

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Vale destacar que, por enquanto, o serviço está nomeado como "Novo 99" nas lojas de aplicativos e apenas voltará a se chamar “99” quando a plataforma antiga for completamente removida.

Compra da 99

A operação de venda da 99 envolve a fatia mantida dos fundos Riverwood Capital, Monashees, Qualcomm Ventures, Tiger Global e da empresa de telecomunicações Softbank. A transação também prevê a injeção de recursos na startup pela Didi Chuxing. No início de 2017, a gigante chinesa, principal rival do Uber em âmbito global, já havia realizado um aporte de US$ 200 milhões (cerca de R$ 320 milhões) junto aos mesmos investidores.

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