Elon Musk
Fabrizio Gueratto
Elon Musk

Elon Musk recuou após dizer, na última quinta-feira (2), que seria obrigado a demitir cerca de 10% dos funcionários da Tesla e afirmou, neste sábado, que, na verdade, pretende aumentar o contingente de trabalhadores na empresa nos próximos doze meses. No entanto, para o aumento no quadro de funcionários, o bilionário informou que poucos serão contratados de maneira assalariada.

A informação foi dada pelo próprio Musk, ao responder um tweet em que o empresário era questionado sobre se “nos próximos 12 meses, o número de funcionários da Tesla aumentará”.

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Como de costume, Musk, que publica com frequência em sua conta na plataforma, respondeu ao questionamento afirmando que “o número total de funcionários aumentará, mas os assalariados devem ficar estáveis”.

Na última quinta, o dono da Tesla disse que a fabricante de carros elétricos precisaria demitir aproximadamente 10% da equipe, porque ele tem um "enorme mau pressentimento" sobre a economia. Na mesma semana, outro e-mail atribuído ao bilionário circulou nas redes sociais, cujo texto era enfático ao dizer à equipe executiva da Tesla que quem não retornasse ao trabalho presencial poderia ir embora.

A mensagem, intitulada "pausem as contratações no mundo todo", foi enviada aos executivos da Tesla nesta quinta-feira, de acordo com a reportagem.
Ou retornam ao trabalho presencial, ou vão embora: Elon Musk dá ultimato a executivos da Tesla

A Tesla, que possui fábricas nos Estados Unidos, na China e na Alemanha, emprega por volta de 99.290 pessoas em todo o mundo. Então, o corte de 10% dos funcionários equivale a aproximadamente 10 mil pessoas.

A filial em Austin, no Texas, chegou a cortar a força de trabalho em 7% - mais de 300 empregos - no começo de 2019.

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