Pedro Guimarães faz funcionários pagarem 10 flexões em evento de fim de ano da Caixa
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Pedro Guimarães faz funcionários pagarem 10 flexões em evento de fim de ano da Caixa

O Sindicato dos Bancários de São Paulo prepara, junto com outras entidades representativas, uma denúncia junto ao Ministério Público do Trabalho “na qual serão elencados todos os relatos de assédio moral que estão sendo praticados institucionalmente na Caixa”. A entidade se refere  ao vídeo em evento do banco público na qual o presidente Pedro Guimarães ordena que funcionários façam flexões.

Em nota, o sindicato critica o que chama comportamento abusivo do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, “sob ordens do governo federal”. Segundo o sindicato, “o mais recente episódio de assédio moral” cometido por Guimarães aconteceu no evento, onde o presidente pôs funcionários para fazerem flexões.

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“O alto escalão da Caixa, diretores e vice-presidentes, foram constrangidos para fazerem flexões no palco do evento, que ainda contou com palestra do coronel da reserva e assessor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, Adriano de Souza Azevedo, reforçando a tônica militar presente em outros momentos do Nação Caixa. A cena das flexões foi repetida também por boa parte dos gestores na platéia”, diz trecho da publicação.

O sindicato também declara que a gestão de Guimarães é repleta de “sobrecarga de trabalho, assédio moral e ameaças de descomissionamento”.

“Essa é a ‘cultura institucional’ que Pedro Guimarães quer para a Caixa e seus empregados. Uma ‘cultura’ autoritária, baseada no assédio moral, no constrangimento, na humilhação. Um empregado com alto cargo, submetido a este constrangimento, passa a entender que este é o método de gestão que a chefia espera que ele aplique aos seus subordinados. E, dessa forma, a gestão pelo medo vai se alastrando por todos os níveis hierárquicos”, enfatiza o diretor do Sindicato e empregado da Caixa, Dionísio Reis.

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