Bolsa Família deve ser reformulado em novembro
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Bolsa Família deve ser reformulado em novembro

Após a prorrogação do auxílio emergencial por mais três meses , o governo federal volta suas atenções para a reformulação do Bolsa Família . Em vídeo públicado nas redes sociais do presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a ideia é que o novo Bolsa Família, que deve ter um aumento de pelo menos 50% no seu valor médio, substitua o auxílio emergencial a partir de novembro .

O governo prepara um novo Bolsa Famíia, mais turbinado, como parte da plataforma eleitoral de Bolsonaro para 2022.

"O ministro Queiroga (Marcelo Queiroga, ministro da Saúde) prevê que em mais três meses tenhamos o controle epidemiológico. O auxílio emergencial vai até lá e aí aterrisamos no Bolsa Família, que o presidente também já determinou que tem que ter um valor substancial para proteger justamente a população mais frágil", afirmou.

O ministro da Cidadania, João Roma, que coordena os pagamentos dos benefícios sociais do governo, também afirmou que o novo Bolsa Família deverá entrar em vigor em novembro.

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"Já em novembro entraremos com o novo programa social do governo fortalecido e ampliado para que os brasileiros possam avançar cada vez mais", afirmou.

Auxílio emergencial

O Ministério da Cidadania informou que serão mantidos os valores do auxílio emergencial pagos atualmente. Isto é, um pagamento mensal de R$ 250 por beneficiário, mas pessoas que moram sozinhas continuariam recebendo R$ 150. Já mulheres chefes de família têm direito a  R$ 375. Ao todo, 39,1 milhões de famílias devem ser beneficiadas.

O calendário completo de pagamento ainda precisa ser divulgado pela Caixa Econômica Federal , responsável por fazer os depósitos.

Para custear os gastos com a prorrogação do auxílio, o presidente abriu um crédito extraordinário a favor do Ministério da Cidadania. A medida provisória que criou o auxílio já previa a prorrogação desde que observada a disponibilidade orçamentária e financeira.

A extensão do auxílio emergencial por três meses já havia sido admitida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que tem dito que o benefício será mantido enquanto a medida for necessária para mitigar os efeitos da pandemia de Covid-19.

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