Brasil Econômico

Bolsonaro rebate cobrança sobre alta nos preços
Reprodução Facebook
Bolsonaro rebate cobrança sobre alta nos preços

Na manhã desta terça-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) respondeu a um comentário  em sua publicação no Facebook sobre o  decreto de compra de armas . Bolsonaro sofreu cobrança para avançar com as reformas  visando diminuir o preço dos alimentos.  Apoiadora disse também que o decreto era " cortina de fumaça " para os problemas do país. 

"Excelente eu apoio! Mas vocês precisam parar com essas cortinas de fumaça, foquem nas reformas, os preços dos alimentos estão um absurdo, taí uma coisa pra se importar", dizia o comentário.

O presidente insinuou que a inflação e o desemprego são de responsabilidade de prefeitos e governadores que aplicaram medidas restritivas para conter o avanço da pandemia. 

"Reclame primeiro com quem te obrigou a ficar em casa, fechou o comércio e destruiu milhares de empregos. Bom dia." Rebateu o presidente. 

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Decreto de compra de armas

O post divulgava os quatro decretos redigidos pelo executivo que flexibilizam a compra de armamentos e munições . A nova leva de flexibilizações, publicada às vésperas deste feriado de Carnaval, atualiza a lista de Produtos Controlados pelo Comando do Exército.

O novo decreto estabelece que projéteis de munição para armas de porte ou portáteis, até ao calibre 12,7 mm, além de armas anteriores a 1900 e acessórios como miras telescópicasdeixarão de fazer parte da lista.

Além de levar de quatro para seis o número de armas de fogo por cidadão, a medida permite a compra de até mil unidades de munição e insumos para recarga de até dois mil cartuchos para cada arma de fogo de uso restritopara pessoas com registro de caça.

Alta dos preços

Quanto à inflação, a projeção para 2021 sofreu a quinta alta seguida , saltando para  3,60% , segundo boletim Focus. Pelo sistema de metas, não haverá descumprimento do regime se o índice oscilar entre 2,25% e 5,25% em 2021.

Em 2020, pressionado pelos preços dos alimentos, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, ficou em 4,52%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância. Foi a maior inflação anual desde 2016.



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