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Com a chegada do fim do ano, os tradicionais pontos de comércio popular da capital paulista registraram grande movimentação e aglomerações
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Com a chegada do fim do ano, os tradicionais pontos de comércio popular da capital paulista registraram grande movimentação e aglomerações

O governo de São Paulo deve anunciar, nesta sexta-feira (11), a ampliação do horário do comércio no estado. A informação foi antecipada pela CNN Brasil.

O objetivo da gestão estadual é diminuir as aglomerações e evitar o aumento do contágio pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) durante as compras de Natal.

Pelas regras atuais do Plano São Paulo, o horário autorizado para funcionamento do comércio é de 10 horas. O governo de São Paulo deverá detalhar qual será o período de ampliação do comércio em nova coletiva de imprensa, agendada para o início da tarde de hoje (11).

Com a chegada do fim do ano, os tradicionais pontos de comércio popular da capital paulista registraram grande movimentação e aglomerações, como na região do Brás e da 25 de março, no centro de São Paulo.

Na última sexta-feira (4), o Rio de Janeiro autorizou que shoppings e centros comerciais fiquem abertos por 24 horas para evitar aglomerações durante as festas de fim de ano. 

Segundo integrantes do governo ouvidos pelo Estadão, não deverá haver, por enquanto, medidas mais radicais, como a determinação do fechamento de bares, mas o horário de funcionamento desses estabelecimentos deverá ser reduzido a partir de agora.

Mudança no horário de bares e restaurantes

Atualmente, o estado está na fase amarela do Plano São Paulo, que autoriza o funcionamento de bares e restaurantes até as 22 horas. Esse horário pode ser reduzido.

Outro ponto que deve ser anunciado pelo governo paulista é uma ofensiva contra festas e eventos. As ações de fiscalização deverão ser reforçadas.

No dia 30 de novembro, o governador já havia anunciado maior restrição no estado diante do aumento de casos. As regiões que estavam na fase verde regrediram para a fase amarela. Mesmo assim, o número de pessoas internadas nos hospitais e centros de saúde continua crescendo.

O número de hospitalizados passou de 9.689 no fim do mês passado para os atuais 10.670. A taxa de ocupação dos leitos de UTI, que na época estava em 52,2% no Estado e 59,1% na Grande São Paulo, chegou nesta quinta-feira a 57,5% e 64%, respectivamente.

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