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Gage Skidmore/Creative Commons
Joe Biden, candidato democrata que deve ser eleito nos EUA, anima o mercado e faz bolsas globais subirem

As bolsas globais sobem nesta quinta-feira (5), com a perspectiva de que o democrata Joe Biden possa ganhar as eleições dos Estados Unidos. No Brasil, o cenário não é diferente: o dólar abriu em queda, a R$ 5,60, após a maior baixa desde agosto na véspera, e a queda se mantém: às 14h45, a moeda caía 1,45%, a R$ 5,570, e o Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, a B3, subia 1,75%, aos 99.582 pontos.

Nos EUA , O Dow Jones avançava 0,8% no mercado futuro por volta de 9h20. O S&P, por sua vez, subia 1,1% e a Nasdaq, 2,2%.

Na Europa, a Bolsa de Londres subia 0,21%. O banco central britânico elevou a compra de títulos em 150 bilhões de libras (US$ 195 bilhões), acima do esperado, à medida que se prepara para danos econômicos da segunda onda de Covid-19 no país.

A medida foi anunciada no dia em que a Inglaterra entrou em uma nova fase de lockdown, de quatro semanas, para conter o avanço dos casos. O BC inglês avalia que a economia britânica deve encolher 2% no quarto trimestre.

Já as Bolsas de Paris e Frankfurt avançavam 1,59% e 1,49%.

Apesar do otimismo do mercado, investidores ainda têm dúvidas de como será a resposta do futuro presidente norte-americano, seja ele quem for, à crise. Há um impasse no Congresso para aprovação de um novo pacote de estímulo.

"Mesmo que se alcance um acordo para um estímulo mínimo, duvido que isso ocorra antes da nova administração, em janeiro", disse Gilles Moec, economiosta-chefe do Axa.

Na Ásia, os mercados fecharam no Azul. Em Tóquio, a alta foi de 1,73%. Em Xangai, o índice acionário subiu 1,3% e, em Hong Kong, a Bolsa avançou 3,25%.

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