rodrigo maia, presidente da câmara
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Rodrigo Maia, presidente da Câmara, disse que auxílio deve ser prorrogado, mas indicou que valor pode ser reduzido

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira (28) que acha "muito difícil" que o auxílio emergencial para informais  não seja prorrogado por mais três meses depois de junho. O valor de R$ 600 será discutido, no entanto.

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"Acho muito difícil que não seja prorrogado. A gente sabe o custo. Eu tenho medo de redução do custo do auxílio emergencial , o que isso impacta na reação das pessoas. Não é uma decisão simples. Prorrogar acho que é um consenso. O que vai se debater é o valor", afirmou Maia.

O valor é definido pelo Congresso Nacional. A proposta encaminhada pelo governo previa, inicialmente, um auxílio de R$ 200. Parlamentares defenderam o aumento, e as negociações conseguiram levar o valor a R$ 600. O governo ainda não definiu uma proposta para a prorrogação, no entanto.

Maia disse também que aguarda a proposta de reforma administrativa do governo federal para pautar, em conjunto, uma redução de gastos no Legislativo.

"O grande debate não é teto de gastos. É fazer a reforma administrativa. Qual? certamente será mais dura do que o governo tinha preparado no ano passado", disse.

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