Brasil Econômico

Com a produção paralisada devido a pandemia do novo coronavírus (Sars-coV-2), cerca de 370 mil funcionários da linha de produção do setor automotivo estão em casa. São eles trabalhadores de montadoras e das fornecedoras de autopeças, empresas que estão fechadas há três semanas. 

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carros parados
Divulgação
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Segundo a Bright Consulting, consultoria focada no setor automotivo , o prejuízo gerado na indústria brasileira pela pela Covid-19 deve chegar a casa dos R$ 42 bilhões em 2020.

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A Toyota, por exemplo, anunciou que as quatro fábricas localizadas no estado de São Paulo só devem retomar as atividades no fim de junho. Funcionários de áreas administrativas seguem em regime home office.

As fábricas da GM no Brasil, por sua vez, estão com produção paralisada e devem permanecer assim pelos próximos dois meses. O programa de suspensão temporária e parcial do contrato de trabalho da montadora prevê reduções salariais de 5% a 25%, a depender do cargo e da renda do trabalhador.

Enquanto isso, a Renault aumentou o período de paralisação para 3 de maio. Na unidade da Ford em Camaçari, a volta está prevista para 30 de abril. Todas as datas estão sujeitas a alterações, tudo depende do avanço da Covid-19 no País.

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