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Donald Trump, presidente norte-americano, vê desemprego subir por conta do novo coronavírus

Na semana passada, o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos registrou 6,6 milhões de pedidos de seguro-desemprego. Em três semanas, o total de solicitações ao auxílio chegou a 16,8 milhões, o que representa cerca de 10% da força de trabalho do país, levando em consideração o total de 151 milhões de norte-americanos no relatório mensal de emprego de março.

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Em relação ao setores da economia norte-americana, o desemprego se alastrou mais fortemente nos serviços, principalmente com a perda de postos em bares e restaurantes.

"Esses números ruins sugerem outro recorde de desemprego em abril", disse Beth Ann Bovino, economista-chefe dos EUA na S&P Global Ratings à agência Reuters . "Os Estados Unidos estão agora em recessão e, como parece se aprofundar, a questão é quanto tempo levará até que o país se recupere".

Com mais de 95% dos americanos sob ordens de “ficar em casa” ou “abrigo no local”, as solicitações do seguro-desemprego continuam a aumentar nos escritórios estatais de emprego.

O resultado da última semana representa o segundo maior número de reivindicações ao seguro-desemprego na História americana desde quando o Departamento do Trabalho começou a compilar estes dados, em 1967.

O recorde ficou com o número de suas semanas atrás, quando 6,9 milhões de pessoas fizeram o pedido, de acordo com os dados revisados.

As solicitações continuadas, que contabilizam os trabalhadores desempregados a mais de uma semana, atingiram o total de 7,5 milhões.

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