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Agência Brasil
O Ministério da Saúde confirmou que o primeiro exame de um paciente internado em um hospital na capital paulista deu positivo para o coronavírus

Pelo segundo dia seguido, com a epidemia de coronavírus avançando na Itália e em outros países fora da China, as Bolsas continuaram a cair nesta terça-feira. Nos Estados Unidos, o recuo dos principais índices do mercado acionários ficou novamente em torno dos 3% — o Dow Jones, principal índice de Wall Street, caiu 3,15%.

Paciente de São Paulo testa positivo para coronavírus

Embora a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) não esteja operando em meio ao feriado de carnaval, companhias brasileiras que têm certificados de ações (ADRs) nos Estados Unidos já veem seus papeis perdendo valor no exterior.

O Índice Brazil Titans , que reúne as 20 principais ADRs de companhias brasileiras no Dow Jones, caiu 1,99%. O impacto é mais negativo para as empresas que atuam no setor de commodities, por causa da expectativa de retração na demanda pelos insumos globalmente. Petrobras e Vale estão entre elas.

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Os certificados da petroleira recuaram 1,99%, enquanto os da mineradora tiveram baixa de 2,37%.

O surto pesa de forma negativa no desempenho de papéis de companhias aéreas, já que diversas rotas internacionais, sobretudo rumo à China e a outros países da Ásia tiveram voos suspensos, o que reduz o movimento internacional de passageiros.

Houve recuo em ADRs Gol (-1,69%), da Azul (-2,97%) e da chilena Latam (-5,28%).

O Ministério da Saúde confirmou, na noite de ontem, que o primeiro exame de um paciente internado em um hospital na capital paulista deu positivo para o coronavírus.

O resultado de outro teste sai hoje de manhã. Antes dessa notícia, a cota do fundo EWZ, que replica a carteira do índice acionário Ibovespa, o principal da B3, havia recuado 1,4% no fechamento da bolsa de Nova York na terça-feira.

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