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Divulgação/FUP
ANP apontou risco de desabastecimento se greve dos petroleiros continuar

Sindicalistas sinalizam a possibilidade de negociação com a Petrobras para acabar com a greve da categoria que já dura 13 dias.

Em documento entregue nesta quinta-feira ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e os 13 sindicatos afiliados se comprometem a interromper o movimento, mas somente se a Petrobras suspender as demissões na fábrica de fertilizantes Fafen, no Paraná, e promover mudanças na tabela de turnos dos petroleiros.

ANP teme que greve dos petroleiros afete produção da Petrobras

A petição encaminhada ao ministro Ives Gandra Martins propõe soluções para o impasse entre a Petrobras e os empregados.

Em carta enviada ao TST, o diretor-gerente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddoni, disse que a greve já desperta preocupação com a possibilidade de risco no abastecimento .

De acordo com a FUP, a categoria afirma que está disposta a negociar e suspender o movimento .

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Entre as condições feitas pelos sindicalistas para acabar com a greve, além da suspensão das demissões de 396 empregados da fábrica de fertilizantes, cujas operações estão suspensas pela Petrobras, os sindicalistas também pedem a suspensão das novas tabelas de turno em suas unidades operacionais e também de suas subsidiárias.

Outras reivindicações são retomar as negociações sobre temas relativos ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), com garantia de que esse período de negociação não seja inferior a 30 dias, prorrogáveis por mais 30.

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