Ronaldinho Gaúcho é processado por envolvimento com a 18kRonaldinho

A UOL noticiou neste domingo, 02 de fevereiro, que uma moradora do interior do Paraná ajuizou uma ação contra Ronaldinho Gaúcho e dois sócios da empresa “18kRonaldinho”. A empresa atuava no ramo de marketing multinível, além de vender relógios esportivos e ter como “embaixador” o ex-jogador de futebol.

O pedido versa sobre indenização por danos morais e materiais, no valor total de R$52,6 mil.

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Defesa nega relação entre jogador e empresa

A autora da ação judicial alega que, desde que a plataforma 18k Ronaldinho paralisou o acesso em setembro de 2019, ela possui cerca de R$43 mil presos na plataforma. A 18k oferecia rendimentos de até 2% ao dia, obtidos por meio de supostas negociações feitas pela empresa no mercado de Bitcoin .

Ronaldinho Gaúcho afirma que sua imagem foi usada indevidamente por pirâmide

 Advogados do ex-jogador de futebol afirmam que ele apenas atuava como embaixador da empresa, não havendo parceria comercial, esta encerrada após Ronaldinho entender ter sido lesado pelos responsáveis da 18k. De acordo com o CNPJ registrado para a empresa, Ronaldinho Gaúcho não figura como sócio, restando apenas Rhafael de Oliveira e Marcelo Lara – sendo estes os outros dois réus da ação, junto com o ex-jogador de futebol.

Segundo a defesa da autora da ação, que atualmente está desempregada e afirma depender do dinheiro , a empresa tentou chegar em um acordo – negociando o pagamento em relógios da marca. Além disso, o advogado ainda afirma que Ronaldinho se apresentada como sócio da empresa:

“O Ronaldinho se dizia sócio da empresa e convidava as pessoas para investir e participar do negócio. Ele também integrou o negócio fraudulento, e, portanto, deve responder pelo ato ilícito causado. Tentamos recuperar o dinheiro investido em contato com a empresa, mas nos ofereceram em troca produtos de baixo valor, como um relógio da marca Ronaldinho.”

Conforme anteriormente noticiado pelo CriptoFácil , a defesa do ex-jogador afirma que sua imagem foi usada de forma indevida pela empresa. Ronaldinho explicou ao Ministério Público Federal que não é sócio da empresa, mas apenas um parceiro comercial cujo contrato foi rompido quando a 18k iniciou seus investimentos em Bitcoin. Desta forma, a oferta de investimentos em criptomoedas utilizando a imagem de Ronaldinho foi feita sem sua autorização, afirma a defesa.

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