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Em termos relativos, a maior taxa de crescimento real de receitas deverá ocorrer em São Paulo (+5,4%)
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Em termos relativos, a maior taxa de crescimento real de receitas deverá ocorrer em São Paulo (+5,4%)

As atividades turísticas relacionadas ao carnaval este ano vão movimentar cerca de R$ 8 bilhões, segundo estimativa da Confederação Nacional do Turismo (CNC). O número representa um aumento real de 1% em relação a 2019 e maior volume de receitas desde 2015.

De acordo com a entidade, a recuperação gradual da atividade econômica, combinada à inflação baixa, sugere um cenário positivo, com recuperação moderada dos serviços turísticos. 

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Segundo o estudo, os segmentos especializados em alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes (R$ 4,8 bilhões), as empresas de transporte de passageiros rodoviário, aéreo e de locação de veículos rodoviários (R$ 1,3 bilhão) e os serviços de hospedagem em hotéis e pousadas (R$ 861,3 milhões) responderão por mais de 88% de toda a receita gerada devido ao carnaval.

A pesquisa mostra também que o Rio de Janeiro continuará como o estado com maior geração de recursos advindos do carnaval, com R$ 2,32 bilhões, seguido por São Paulo, com R$ 1,95 bilhão, e Bahia, com R$ 1,13 bilhão.

Em termos relativos, a maior taxa de crescimento real de receitas deverá ocorrer em São Paulo (+5,4%) e Pernambuco (+3,2%). Em contrapartida, o Ceará deverá ser o único a registrar queda (-2,9%).

O levantamento estima ainda que serão contratados 25,4 mil trabalhadores temporários entre janeiro e fevereiro deste ano – 2,8% a mais do que os 24,7 mil do carnaval de 2019. Deste total, 18,2 mil vagas virão do segmento de serviços de alimentação.

Confirmada a previsão, a oferta de vagas por parte das atividades que compõem a pesquisa alcançaria, em 2020, o maior contingente de temporários desde 2014 (55,6 mil postos de trabalho). 

As dez profissões mais demandadas nos serviços turísticos devem responder por 63% das vagas oferecidas, com destaque para as profissões tradicionalmente ligadas aos segmentos de alimentação fora do domicílio, transportes e hospedagem. O salário médio pago a esses profissionais (R$ 1.909,73) deverá ser 4,2% superior ao do ano passado.

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