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Correios aceitaram manter cláusulas do Acordo Coletivo de 2018 e manter o plano de saúde até 2 de outubro, quando o dissídio será julgado pelo TST

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Divulgação / Sintect-MA
Greve nacional dos Correios foi iniciada na madrugada desta quarta-feira

Os   Correios  aceitaram as condições dos trabalhadores para encerrar a greve da categoria, que começou no último dia 11.

Na tarde desta quinta-feira (12), a empresa e as representações sindicais participaram de audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília.

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Nela, os Correios aceitaram manter as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019, bem como a vigência do plano de saúde, até o dia 2 de outubro, quando haverá o julgamento do dissídio coletivo pela Corte.

Em contrapartida, segundo uma nota emitida pelos Correios, as representações sindicais se comprometeram a levar a proposta de encerramento da paralisação parcial para as assembleias o mais rapidamente possível, fixando como prazo máximo de deliberação até o próximo dia 17, às 22h.

O ministro do TST Mauricio Godinho Delgado foi designado relator do dissídio, ajuizado na quinta-feira pela estatal.

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Ele fixou, por meio de uma decisão liminar, o contingente mínimo de 70% do efetivo trabalhando durante a greve, com multa diária de R$ 50 mil, caso o percentual não seja atendido.

"Para minimizar os impactos da paralisação, inclusive a perda de clientes para a concorrência, mencionada pelo próprio ministro, os Correios aceitaram a proposta de encaminhamento do TST. A condição da empresa é o encerramento da paralisação parcial, integralmente, em todo o Brasil", informou a empresa.

A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares do Rio de Janeiro (Sintect-RJ) recomendou, por meio de nota em seu site, que os trabalhadores mantenham a greve até a próxima terça-feira, quando a categoria vai decidir sobre a proposta do Tribunal Superior do Trabalho.