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Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo registra marca de 3,94% e se mantém dentro do piso e do limite superior de 3% e 6%, respectivamente

Brasil Econômico

Estimativa frente ao  PIB, que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo País, passou de 2,66% para 2,70%
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Estimativa frente ao PIB, que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo País, passou de 2,66% para 2,70%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é estimado em 3,94% para este ano, segundo o mercado financeiro. O resultado divulgado nesta semana pelo boletim Focus é 0,1 ponto percentual (p.p) inferior ao registrado nas últimas três semanas pelo Banco Central (BC).

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Vale destacar que a meta central de  inflação  é de 4,5% para 2018, com piso e limite superior respectivos em 3% e 6%. Para 2019, por outro lado, o BC manteve a projeção de 4,25% para o IPCA. O valor registrado é o mesmo da meta central para o próximo ano, que tem como piso 2,75%, e 5,75% como teto.  

PIB e Selic

Segundo o Focus, a estimativa frente ao Produto Interno Bruto ( PIB ), que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo País, passou de 2,66% para 2,70%. Na última sexta-feira (2), o Ministério do Planejamento atualizou a projeção do governo de 2,5% para 3%.

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Em relação à taxa básica de juros da economia, a Selic , o mercado optou por manter a estimativa de 6,75%, já que está marcada para amanhã (6) e quarta-feira (7) uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) para definir a taxa.

Caso as projeções sejam confirmadas, este será o 11º corte seguido na taxa de juros  . No começo do mês de dezembro, o Copom reduziu, por unanimidade, a Selic em 0,5 ponto percentual, passando de 7,5% para 7% ao ano. Antes, o recorde inferior havia sido registrado entre outubro de 2012 e abril de 2013, quando o indicador ficou em 7,25% ao ano.

Em seguida, a taxa foi reajustada gradualmente até chegar em 14,25% ao ano, em julho de 2015. O patamar foi mantido nos meses seguintes e, somente em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir o indicador. Com isso, é provável que o próximo Focus publicado pelo BC traga novidades sobre a taxa.  

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*Com informações da Agência Brasil

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