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Na análise acumulada em 12 meses, a região Sul foi a única que obteve crescimento no número de inadimplentes, com a alta de 3,8%; confira

Brasil Econômico

Nesta quinta-feira (5), o Serviço Central de Proteção ao Crédito (Boa Vista SCPC) divulgou que a inadimplência do consumidor caiu 2%  em setembro na comparação com o mesmo período de 2016.

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Menos inadimplência: O Serviço Central de Proteção ao Crédito avalia que as adversidades presentes na economia ao longo dos últimos dois anos geraram grande cautela nas famílias, as inibindo de consumir
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Menos inadimplência: O Serviço Central de Proteção ao Crédito avalia que as adversidades presentes na economia ao longo dos últimos dois anos geraram grande cautela nas famílias, as inibindo de consumir

De acordo com o balanço, no acumulado de 12 meses até setembro de 2017, a retração foi ainda maior, de 2,6%, frente aos 12 meses antecessores. O índice da queda de inadimplência também apresenta queda intensa na avaliação mensal com ajuste sazonal, visto que a variação chega a 7,1%. Já quando confrontado com o mesmo mês do ano passado, a marca vai para 12,1%.

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Regiões

Na análise acumulada em 12 meses, a região Sul foi a única que obteve crescimento no número de inadimplentes, com a alta de 3,8%. O Sudeste foi a região com a maior queda, ao somar 3,9%. Logo em seguida no ranking aparece o Nordeste, Norte e Centro-Oestes com saldos negativos respectivos de 3,7%, 3,3% e 1%.

No acumulado do ano de 2016 e 2017, o Sul também é o único que vem de alta, com 6,7%. Por outro lado, foi o Nordeste que registou a maior queda, com a variação negativa de 4,8%. O Norte veio logo em seguida, com apenas 5 pontos percentuais a mais, com a queda de 4,3%. Sudeste e Centro-Oeste vieram em seguida com as baixas de 2,9% e 2,1%, respectivamente.

O Serviço Central de Proteção ao Crédito avalia que as adversidades presentes na economia ao longo dos últimos dois anos geraram grande cautela nas famílias, as inibindo de consumir e consequentemente contribuir para a diminuição do fluxo de inadimplência.

“Mantendo a perspectiva de pequeno crescimento da economia e renda, juros menores e inflação controlada, espera-se uma retomada sustentável da demanda de crédito, expandindo a renda disponível das famílias, fatores que deverão colaborar para a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência em 2017”, avalia a entidade sobre o indicador de inadimplência.

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