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Próximas rodadas de licitações estão marcadas para o dia 27 de outubro, no Rio de Janeiro; foram 10 pedidos para a segunda rodada e 15 para a terceira

Brasil tem um calendário de rodadas de licitações do pré-sal pela primeira vez
Agência Petrobras
Brasil tem um calendário de rodadas de licitações do pré-sal pela primeira vez

Marcadas para o dia 27 de outubro, as próximas rodadas de licitações  do pré-sal receberam 25 manifestações de interessados em participar dos leilões que ocorrerão no Rio de Janeiro. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), os pedidos de inscrição – 10 para a segunda rodada e 15 para a terceira – foram apresentados pelas maiores empresas do setor de petróleo e gás. Todos os pedidos serão analisados nas reuniões da Comissão Especial de Licitação previstas para os dias 13 e 25 deste mês e 2 de outubro.

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Ainda segundo a ANP, cada leilão do pré-sal terá quatro áreas. Na segunda rodada, serão oferecidas áreas com jazidas unitizáveis, que são as adjacentes a campos ou prospectos cujos reservatórios se estendem para além da área concedida. As áreas são relativas às descobertas denominadas Gato do Mato e Carcará e aos campos de Tartaruga Verde e Sapinhoá.

Já na terceira rodada, serão disputadas as áreas localizadas nas bacias de Campos e de Santos, na região do polígono do pré-sal, relativas aos prospectos de Pau Brasil, Peroba, Alto de Cabo Frio-Oeste e Alto de Cabo Frio-Central.

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Além disso, a ANP também destacou que, pela primeira vez, o Brasil tem um calendário de rodadas de licitações. Até 2019, há nove leilões previstos, com expectativa de US$ 80 bilhões em investimentos. Os certames vão incluir mais 300 poços marítimos, superar os 10 bilhões de barris recuperáveis, previsão em torno de US$ 100 bilhões em royalties.

Eletrobras

Nesta segunda-feira (11), o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmou que não vai desvincular a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) da Eletrobras. O mesmo vale para qualquer outra subsidiária da holding estatal. O pedido foi feito pelos governadores do Nordeste em carta ao presidente Michel Temer, para evitar que a Chesf fosse privatizada.

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Coelho Filho afirmou que, com o processo de privatização, a expectativa do governo é tornar a companhia “muito mais eficiente”, porque ela não vem conseguindo terminar suas obras. “Do maior número de obras com atraso na Aneel, a Agência Nacional de Energia Elétrica, a maior participação é da Chesf, pela falta de capacidade financeira que a empresa tem hoje”, explicou. Em relação ao pré-sal, a intenção é que os leilões permitam17 novas unidades de produção e produção diária de mais 2 milhões de barris de petróleo ao longo da duração dos contratos.

*Com informações da Agência Brasil


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