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Em agosto a entidade de defesa do consumidor informou ter encontrado pelo de roedor em amostra ; empresa contesta a entidade com contraprova

J.Macêdo apresenta contraprova e informa que testes não encontraram pelo de roedor, como informado pela Proteste
Reprodução J.Macêdo
J.Macêdo apresenta contraprova e informa que testes não encontraram pelo de roedor, como informado pela Proteste


 A J. Macêdo, indústria responsável pela fabricação dos produtos da marca Sol, contestou a análise divulgada em agosto deste ano pela Proteste – Associação de consumidores. Na época, a entidade de defesa do consumidor informou que a farinha da marca foi reprovada em um teste de qualidade e que a amostra coletada para análise continha pelo de roedor.

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Na data, a J.Macêdo , após obter o número do lote usado para o teste, questionou a análise feita pela entidade de defesa do consumidor e apresentou à reportagem do Brasil Econômico laudos que comprovavam que o lote estava adequado ao uso. A empresa apresentou documentos do laboratório Cerelab Laboratórios de Análises de Alimentos – credenciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ) – confirmando que o produto em questão não continha pelo de roedor nem outras substâncias prejudiciais à saúde de seus consumidores.

Na época, a empresa informou ainda que todos os seus produtos passam por rígido teste de qualidade e que quando são encontrados irregularidades, os lotes são descartados e questionou os métodos usados pela Proteste na realização dessas análises. “A J.Macêdo afirma com base no número parcial de lote (042017 109/17) divulgado pela Proteste que nenhum lote produzido no mês em questão apresentou problemas, de acordo com os laudos citados acima. A Proteste também não comunicou a sua metodologia de amostragem, nem condições de armazenamento e coleta e nem se o laboratório que executou o teste é credenciado pela Anvisa”.

Novo teste

Para comprovar a qualidade dos produtos a indústria submeteu a farinha da marca Sol a um novo teste, o que comprovou que nada de irregular foi encontrado no lote questionado pela Proteste, nem os outros lotes produzidos na mesma época. No link é possível ter acesso aos laudos emitidos pelo laboratório Cerelab, credenciado na Anvisa.

“É particularmente importante ressaltar que nenhum material estranho que levasse o produto a ser considerado impróprio para consumo foi identificado. A J.Macêdo decidiu vir novamente a público para divulgar o resultado da contraprova a fim de dar satisfação a seus consumidores de seu rigor em relação aos seus procedimentos de fabricação e à qualidade de seus produtos”, informou em nota oficial a empresa ao Brasil Econômico.

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