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Mudança é relativa aos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos

Financiamentos de imóveis novos e usados tiveram limites reduzidos em 10% pela Caixa
Agência Brasil
Financiamentos de imóveis novos e usados tiveram limites reduzidos em 10% pela Caixa

Os limites de financiamento para imóveis novos e usados foram reduzidos pela Caixa Econômica Federal nesta quarta-feira (16). No caso das propriedades novas, o valor máximo passou de 90% para 80%. Já em relação aos imóveis usados, o teto foi alterado de 70% para 60%. 

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Esta mudança diz respeito aos financiamentos da Caixa com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – programa Minha Casa, Minha Vida e linhas Pró-Cotista e CCFGTS – e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).

De acordo com nota divulgada pelo banco, o objetivo é a “adequação em relação à política de alocação de capital do banco”. A instituição disse ainda que menos de 10% dos clientes que procuram o banco para realizar operações de financiamentos serão afetados.

Em relação aos financiamentos via FGTS regulados segundo a tabela SAC, caiu de 90% para 80% o limite para imóveis novos pelo Minha Casa, Minha Vida, Pró-Cotista e CCFGTS.

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Ainda na tabela SAC, caiu igualmente de 90% para 80% o limite financiado com recursos do SBPE para imóvel novo, adjudicado, construção em terreno próprio ou aquisição de terreno e construção (servidor público) e imóvel adjudicado (demais clientes).

Por fim, em financiamentos regulados pela tabela Price, o limite para financiar imóvel usado caiu de 70% para 60% no Pró-Cotista e de 80% para 70% no CCFGTS.

Aluguel

Diante da redução no limite do crédito imobiliário pela Caixa, algumas pessoas podem ver o aluguel como uma opção melhor. No mês de junho, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) recuou 0,67%, ante uma queda de 0,93% em maio e uma alta de 1,69% em igual período do ano passado. Com esse resultado, houve deflação tanto no acumulado do ano (-1,95%) quanto nos últimos 12 meses (-0,78%). Esta última variação é a que serve de base de cálculo entre outros do reajuste do aluguel residencial. O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e se refere às oscilações de preços coletados entre os dias 21 de maio e 20 deste mês. O índice é usado no reajuste dos contratos de aluguel.

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*Com informações da Agência Brasil