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Maior elevação foi observada em Brasília, que subiu 0,45 ponto percentual, passando de 0,01% na terceira semana para 0,46% na última semana do mês

Inflação em Belo Horizonte teve crescimento de 0,38 ponto percentual, passando de 0,02% para 0,40 %
Agência Brasil/EBC
Inflação em Belo Horizonte teve crescimento de 0,38 ponto percentual, passando de 0,02% para 0,40 %

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal ( IPC-S ), da Fundação Getulio Vargas (FGV), apresentou avanço entre a terceira e a quarta semana de julho nas sete capitais pequisadas. A maior alta foi observada em Brasília, que subiu 0,45 ponto percentual, passando de 0,01% na terceira semana para 0,46% na última semana do mês.

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Outras três cidades também registraram elevações da inflação acima da média nacional, que é de 0,29 ponto percentual. É o caso de Belo Horizonte, que cresceu 0,38 ponto percentual ao passar de 0,02% para 0,40 %, Porto Alegre, que passou de -0,08% para 0,30%, também subindo 0,38 ponto percentual, e Salvador, que subiu 0,36 ponto percentual, passando de 0,16% para 0,52%.

Além destas cidades, as demais capitais que apresentaram alta na última semana de julho foram Rio de Janeiro (0,29 ponto percentual, ao passar de zero para 0,29 %), São Paulo (0,17 ponto percentual, ao passar de 0,24% para 0,41 %) e Recife (0,13 ponto percentual, ao passar de 0,25% para 0,38%).

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Deflação em São Paulo

Apesar de ter crescido 0,17 ponto percentual na última semana de julho, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo apresentou deflação de 0,01% quando considerado todo o mês, ante uma alta de 0,05% em junho. Em maio, a taxa havia recuado 0,05%. No acumulado do ano, o IPC apresenta elevação de 0,98% e, nos últimos 12 meses, de 2,10%.

A queda é considerada um reflexo da diminuição dos preços nos grupos habitação (de 0,88% para -0,20%) e alimentação (de -0,83% para -0,26%). Este último, no entanto, mostra que a redução perdeu força. O resultado do IPC também foi influenciado pela queda no ritmo de alta do item despesas pessoais que passou de 0,25% para 0,03%.

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Em relação ao setor de transportes, houve uma reversão da baixa de 0,33% para uma inflação de 0,17%. Além disso, em saúde, o índice saltou de 0,04% para 1,18%. No grupo vestuário, ocorreu um leve aumento de 0,01%, mas sobre uma variação negativa de 0,16% em junho. Foi constatada ainda elevação de 0,34% em educação ante uma alta de 0,14%. A pesquisa da Fipe abrange a variação de preços de bens e serviços consumidos pelas famílias com renda entre um e dez salários mínimos.

*Com informações da Agência Brasil