Tamanho do texto

C-Bond, DRE, securitização e underwriter: veja 10 expressões utilizadas no mundo corporativo que te ajudarão a entender o mercado financeiro

Confira 10 expressões presentes na Bovespa que te ajudarão a entender o mercado financeiro
iStock
Confira 10 expressões presentes na Bovespa que te ajudarão a entender o mercado financeiro

O dicionário financeiro é repleto de expressões, termos e siglas que podem confundir gestores e investidores que acabaram de adentrar o mercado de ações . Pensando nisso e em como ajudá-los a enfrentar esse desafio, o Brasil Econômico listou 10 expressões que fazem parte do cotidiano corporativo de investidores da Bovespa.

Leia mais: Solução para a fome mundial? Cientistas criam alimentos usando eletricidade

Concordata

"Concordata" refere-se a negociação de ações feitas em bolsa de valores, como a Bovespa , onde o investidor é possibilitado a obter uma sociedade corretora, financiamento para a compra de títulos e empréstimo de papeis para venda. É importante destacar que nessa negociação, o custo e liquidação do financiamento, assim como a remuneração do empréstimo dos títulos e sua devolução, são feitos diretamente entre a corretora de valores e o investidor.

C-Bond

“Front-Loaded Interest Reduction with Capitalization Bond” ou “C-Bond” é a expressão usada para tratar do título da dívida externa brasileira, mais negociado no mercado internacional. O título foi emitido em abril de 1994, com prazo de 20 anos e taxa de juros fixada em 8% ao ano.

Debênture

Título de dívida de médio e longo prazo de empresas de capital aberto e fechado. Com o objetivo de captar recursos para utilizar no financiamento de projetos, na redistribuição de passivos e aumento de capital de giro da empresa emissora, a Debênture simboliza uma fração do total da dívida obtida pela empresa na hora da emissão. Com isso, pode ser negociada no mercado secundário.

DRE

Demonstrativo financeiro responsável por detalhar e quantificar receitas e despesas de uma determinada companhia. Em termos de unidades monetárias, a DRE evidencia o que a empresa recebe, o quanto gasta e o resultado de suas operações. A demonstração de resultados apresenta esses dados em durante um período de tempo, sendo as empresas listadas, obrigadas a publicar essas informações trimestrais e anuais.

LAJIDA

“Lucro Antes de Juros, Imposto de Renda, Depreciação e Amortização” ou apenas "LAJIDA", é a capacidade de geração de caixa operacional das empresas. Vale ressaltar que, “lajir” e “lajida” são diferentes, uma vez que o último não contabiliza as despesas que não alteram o caixa da entidade.

Leia também: FGTS: saque pode ser feito até 2018 caso a ausência no dia 31 seja comprovada

OPA

OPA – Oferta Pública de Aquisição é a oferta feita mediante uma autorização prévia da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para a compra de ações em circulação em bolsa de valores. A OPA pode ser realizada para a obtenção de ações, com o intuito de aumentar a participação acionária de um investidor, o dando um maior controle.

RCSA

“RCSA” diz respeito ao recibo de um conjunto de ações, cujas quantidades são fixadas e conhecidas antes de sua constituição. Uma vez constituídos, os recibos são negociados na B3 como se fossem um único título. Além disso, podem ser criadas carteiras com diferentes composições, permitindo que o investidor compre ou venda um portfólio de ações em uma única operação.

Securitização

Processo pelo qual um grupo homogêneo de ativos é reunido e convertido em títulos mobiliários que podem ser negociados, ou seja, a transformação de ativos relativamente não líquidos em títulos mobiliários líquidos. Desse modo, são caracterizados por meio de um compromisso de pagamento futuro, de principal e juros, de acordo com o fluxo de caixa de um grupo de ativos.

Underwriter

“Underwriter” é o termo utilizado para uma instituição financeira especializada em operações de lançamento de ações no mercado primário. No Brasil, essas instituições são, geralmente, bancos múltiplos ou bancos de investimento, sociedades distribuidoras e sociedades corretoras.

Pré-Margem

A "Pré-Margem" é usada para movimentar os mini-contratos. Com isso, a Bovespa solicita a suas corretoras de valores que os clientes que estejam comprando um mini-contrato realizem somente um deposito de margem, cobrindo um determinado nível de variação de preço de papel, sem que haja a necessidade de pagar por todo o contrato.

Leia também: CredFácil: conheça a história do presidente da rede de empréstimos consignados

    Leia tudo sobre: Bovespa
    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.