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Organização, controle financeiro e revenda: confira dicas de como alcançar e manter a independência nos negócios ao longo de uma recessão econômica

Brasil Econômico

Colocar as habilidades em prática pode ajudar empreendedores a manterem a independência financeira
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Colocar as habilidades em prática pode ajudar empreendedores a manterem a independência financeira

Com o desemprego e a taxa de inadimplência em alta, o trabalhador tem ansiado cada vez mais por sua independência financeira. “Essa crise que vivemos é complicada, pois o comércio , seja físico ou virtual, sofre reflexos dessa estagnação diretamente nas vendas. Até para argumentar com fornecedores é difícil, pois como comerciantes ficamos sem “moeda” de troca diante desse cenário”, afirma a CEO do e-commerce Francisca Joias, Sabrina Nunes.

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A fim de ajudar novos empreendedores a potencializarem os resultados de seus negócios e a alcançarem – e manterem  – a tão sonhada independência financeira , a empresária listou seis dicas que ajudarão no retorno de investimentos mesmo em tempos de instabilidade econômica.

1. Se organize

Organização é o primeiro passo para o sucesso. Saber qual modelo é mais funcional de acordo com a sua rotina de trabalho e anotar seus afazeres são essenciais para definir uma ordem de prioridade em suas atividades. Caso as anotações não funcionem, elabore uma planilha ou use aplicativos como o Evernote, Call e o Google Keep.

2. Defina metas

Por mais desafiador que pareça, estabelecer metas é fundamental para o desenvolvimento do trabalho e para se obter bons resultados. Existem diversas maneiras de defini-las, sendo a regra do três e o planejamento básico as mais comuns.

Na regra do três, a primeira meta funciona como o botão de start, principalmente se o objetivo é se tornar referência em um assunto ou setor. Um bom começo para isso é iniciar um curso, para se ter mais conhecimento sobre determinado assunto. Já a segunda meta está na conclusão do que se foi proposto inicialmente, enquanto a terceira gira em torno de aumentar o nível de dificuldade, a fim de evidenciar o progresso durante a trajetória.

Agora, vamos ao planejamento básico: depois de determinar seus objetivos, o primeiro passo está em separar por ordem de prioridade suas atividades. Uma boa opção é criar planilhas com o que precisa ser concluído, prazos e atrasos. Dedique-se ao máximo, e procure traçar metas a curto, médio ou longo prazo.

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3. Controle seu dinheiro

Monitore suas finanças. Para não gastar mais do que se tem, se planeje e priorize o pagamento de dívidas. Caso sobre uma quantia extra procure aplicá-la em outras frentes, como um novo negócio ou coloque-a na poupança.

4. Preste atenção em suas ações

Lembre-se: tudo em excesso faz mal. Quando se fala em controle é necessário mensurar o excesso ou a falta dele, podendo saber se estamos nos dedicando a algo que faça sentido e se teremos retorno futuramente. Com ferramentas de controle, é possível rever algumas funções, além dos resultados, horas dedicadas a atividade, além do que se pode aprimorar.

5. Faça você mesmo

Coloque suas habilidades em prática.  Com a popularidade dos DIYs ou “faça você mesmo”, o trabalhador consegue através de canais no YouTube e das redes sociais, desenvolver e aperfeiçoar técnicas em diferentes segmentos de atuação, como artesanato, culinária e customização.

6. Revenda

Quando se trata de independência financeira, não tem como deixar a revenda de fora, uma vez que tem ganhado mais adeptos com o passar do tempo. A revenda de roupas, semijoias ou outros objetos, é uma fonte de renda extra já comprovada, podendo também atuar como garantia na quitação de dívidas mensais. “Uma revendedora, se vestir a camiseta da marca, pode lucrar bastante por mês, claro que, questões como região na qual está vendendo, qualidade do produto, atendimento e outros detalhes, influenciam muito nessa variável”, conclui Sabrina.

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