Tamanho do texto

Gasolina e diesel chegam ao quinto reajuste no mês; alterações de julho começaram após estatal ter anunciado mudanças na política de preços

Petrobras espera acompanhar melhor a volatilidade crescente da taxa de câmbio com ajustes dos preços nas refinarias
Reprodução/Petrobras
Petrobras espera acompanhar melhor a volatilidade crescente da taxa de câmbio com ajustes dos preços nas refinarias

O preço da gasolina vendida nas refinarias às distribuidoras foi reduzido em 2% pela Petrobras. Além disso, a estatal também anunciou, em seu site oficial, que o diesel terá queda de 1,7%. Os reajustes entram em vigor nesta terça-feira (11).

Leia também: Anac reajusta tarifas de embarque dos aeroportos de Viracopos e Cumbica

Com a nova alteração feita pela Petrobras , tanto a gasolina quanto o diesel chegam ao quinto reajuste no mês. Houve reduções em quatro deles, sendo as maiores no primeiro dia de julho, quando os preços para a gasolina tiveram redução de 5,9% e os de diesel de 4,8%. A única alta no período foi no dia 4 de julho, de 1,8% para a gasolina e 2,7% para o diesel.

Os reajustes registrados no mês de julho foram anunciados após a empresa divulgar, no dia 30 de junho, a revisão da política de preços do diesel e da gasolina comercializados em suas refinarias. Segundo a empresa, era para aumentar a frequência de ajustes nos preços, que passou a vigorar no dia 3 de julho.

Leia também: Taxa de juros ao consumidor tem sétima queda consecutiva, aponta a Anefac

Dessa forma, a área técnica de marketing e comercialização da companhia passou a ter competência para fazer ajustes nos preços, a qualquer momento, inclusive diariamente, desde que os reajustes acumulados por produto estejam, na média Brasil, dentro de uma faixa determinada de -7% a 7%, respeitando a margem estabelecida pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP). Reajustes fora desta faixa precisam ser autorizados pelo grupo.

A determinação de uma revisão na política de preços da empresa foi realizada depois de uma avaliação do GEMP de que os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política em outubro de 2016, não estavam sendo “suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados, recomendando uma maior frequência nos ajustes”.

Leia também: Aplicativo calcula salário líquido, férias e muito mais; veja como funciona

De acordo com a Petrobras, a revisão da política “permitirá maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitará a companhia competir de maneira mais ágil e eficiente”.


    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.