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Pequenas empresas representam cerca de 86% dos pedidos de falência, enquanto que as médias representam 11% desse total; confira

Brasil Econômico

Nesta terça-feira (4) o Serviço Central de Proteção ao Crédito ( Boa Vista SCPC ) divulgou um balanço referente ao número de pedidos de falência das empresas, o balanço mostra que no acumulado semestral houve recuo de 12,4% em relação ao mesmo período de 2016.

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Falência: De acordo com a Boa Vista SCPC, as empresas passam agora a esboçar sinais mais sólidos dos indicadores
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Falência: De acordo com a Boa Vista SCPC, as empresas passam agora a esboçar sinais mais sólidos dos indicadores

Ao manter a base de comparação, a variação de falência decretada caiu 8,2%, enquanto que para os pedidos de recuperação judicial a baixa foi de 26,3% e para as recuperações judiciais deferidas o recuo foi de 24%.

De acordo com a entidade, as empresas passam agora a esboçar sinais mais sólidos dos indicadores de solvência, comportamento que deve continuar, caso confirmado um cenário econômico mais benigno. O Boa Vista SCPC também avalia que já passou o período de intensa retração da atividade econômica, redução de consumo, restrição e encarecimento do crédito e outros fatores.

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Por porte

As pequenas empresas representam cerca de 86% dos pedidos de falência , e 90% das falências decretadas, enquanto que as médias representam respectivamente de 11% e 9%. Já em relação às companhias de grande porte, o total foi de 3%.

Vale ressaltar que os pedidos de recuperação judicial das pequenas empresas foram de 90% no período analisado. Nas médias e grandes, os totais respectivos foram de 8% e 2%.

Categorias

O setor de serviços foi o que apresentou o maior percentual de pedidos de falência, com o total de 43%, logo em seguida vem a indústria e o comércio com respectivos 32% e 25%. A entidade ainda destaca que no primeiro trimestre do ano era a indústria que possuía o número mais expressivo com 39%.

Já em relação à variação dos pedidos de falência – na comparação com o ano anterior – a indústria foi a que menos teve queda, em relação a 2016, com baixa de 23%. Ao manter a sabe de comparação, os setores de comércio e serviços tiveram retração de 8% e 6%.

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