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INSS aceita contribuição de quem está desemprego, do empregado doméstico e até de quem não exerce nenhuma função profissional; veja como

Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o País tem 14,2 milhões de pessoas desempregadas. O número crescente de brasileiros sem ocupação acende um sinal de alerta, em especial para aquela parcela da população que têm chances de se aposentar antes que a Reforma da Previdência seja aprovada. Contadores indicam que, em caso de desemprego, o ideal é a continuidade do pagamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

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INSS: De forma autônoma, trabalhador pode contribuir mensalmente
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INSS: De forma autônoma, trabalhador pode contribuir mensalmente


Muitos brasileiros costumam achar que o INSS só pode ser pago quando o trabalhador está exercendo alguma atividade dentre de uma empresa e com carteira assinada, assim como rege as leis trabalhistas atuais. Porém, não é preciso estar empregado para fazer a contribuição mensal e evitar transtornos futuros quando chegar a hora de se aposentar.

O site oficial da Previdência Social disponibiliza ao trabalhador brasileiro a possibilidade de fazer a contribuição de forma autônoma . Sendo que a instituição tem seis categorias possíveis para que o contribuinte possa se enquadrar e passar a fazer sua contribuição pensando na aposentadoria.

A primeira delas é quando ele é considerado pela instituição empregado, logo profissional que é contratado dentro das normas CLT por uma empresa; Os empregados domésticos, aqueles que exercem atividades remuneradas em casas; contribuinte avulso que é aquele profissional contratado por sindicatos ou órgãos que fazem gestão de mão de obra; segurado especial que contempla trabalhadores rurais e pessoas que produzem em regime de economia familiar; segurado facultativo, ou seja, pessoas que não têm atividade remunerada, mas contribuem ao INSS de forma espontânea e o contribuinte individual, os autônomos ou empreendedores que trabalham em atividades próprias.

As categorias informadas definem a forma de aposentadoria do contribuinte e podem diferir em relação aos valores para a contribuição. O órgão tem uma tabela com valores vigentes atualmente sendo que quem tem rendimento de R$ 1.556,94% contribui com 8% desse valor; de R$ 1.556,95 até R$ 2.594,92% a contribuição é de 9% em cima desses valores. Quem tem salário ou rendimento que varia de R$ 2.594,93 até R$ 5.189,82 pode contribuir com 11% ao mês ao INSS.

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Para passar a contribuir é fácil. No site da Previdência Social é possível fazer o cadastro para contribuição, sendo necessário seguir apenas quatro passos.

1-     Inscrição

A pessoa interessada em pagar o valor mensamente e tentar ter uma aposentadoria mais digna futuramente deve se inscrever no Programa de Integração Social (PIS);

2-     Valor

No site você terá que escolher qual tipo de contribuição fará, sendo que a escolha deve se basear na forma de contratação, no valor do salário mensal e da atividade exercida;

3-     Guias

O sistema dará acesso a Guia de Previdência Social (GPS), que deve ser preenchidas com atenção para evitar transtornos no futuro;

4-      Pagamento

Concluída todas as etapas já mencionadas, a contribuinte de pagar a Guia de Previdência Social (GPS), que pode ser paga nas redes bancárias e na lotérica.

Caso tenha alguma dúvida, os profissionais de contabilidade podem ajudar em todo esse processo, assim como o atendimento do INSS pode tirar todas as dúvidas sobre a contribuição e os benefícios de se pagar o valor mensamente.

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