Brasil Econômico

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A busca por comodidade e a demanda rotineira por otimização do tempo têm feito com que cada vez mais as pessoas utilizem e busquem recursos digitais para realizar tarefas. Entre os exemplos que se pode citar são as operações bancárias via aplicativo, que embora ofereça maior comodidade e evita o desgaste com filas impõe o pagamento de taxas, o que torna algumas transferências mais caras do que realmente são.

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Arquivo/Agência Brasil
Esqueça as filas e principalmente as taxas de transferências bancárias, conheça o aplicativo Opa! Pagamentos

O CEO do aplicativo Opa! Pagamentos, Marcos Souza, explica que diferentemente dos apps de banco, a plataforma lançada para mercado em dezembro de 2016 efetua transferência de dinheiro e pagamento de contas sem taxa. A ideia surgiu após uma análise onde foi constatado que o sistema bancário brasileiro possui muitas exigências burocráticas, e que consequentemente dificulta o acesso àqueles que ganham pouco ou que tem um pequeno negócio em desenvolvimento.

Além disso, um dos objetivos do app é apoiar os pequenos e médios empresários com dificuldades de acessar os bancos e superar as altas tarifas impostas pelos bancos. “Cerca de 90% das companhias no Brasil são pequenas e micro empresas. Tudo isso se desenhou como um cenário onde qualquer tipo de melhoria tecnológica e de custo é bem vindo. Pensamos que esse poderia ser um produto com o qual conseguiríamos chegar a muitas pessoas e mudar a vida delas para melhor”, declara Souza.

Pessoas físicas

Entre aqueles que podem utilizar o Opa! Pagamentos – produto da Avant Tecnologia - estão também as pessoas físicas e profissionais liberais, para, desta forma, mudar e intensificar a forma como as pessoas veem interagindo entre si e com o mundo ao redor.

Um relatório da empresa especializada em pesquisa de mercado, TrendForce, apontou que US$ 620 bilhões foram movimentados por meio de dispositivos móveis no ano de 2016, com expectativa que esse valor registrado seja de US$ 780 bilhões neste ano. Outro ponto que justifica a iniciativa de Souza é que ano após ano o número de smartphones em uso cresce no País, entre 2015 e 2016, por exemplo, a taxa de alta foi de 9%.

Com o público em potencial em ascensão nada mais justo do que zelar pela segurança, não é mesmo? Além da proposta de “deixar a carteira em casa”, o app, de acordo com o CEO, tem o recurso da criptografia – tecnologia capaz de tornar as informações ininteligíveis para quem não tem acesso por meio de códigos.

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Pagar ou cobrar

Com apenas duas funções básicas “pagar” e “cobrar” o usuário, que deseja creditar um valor, pode escolher fazer uma transferência bancária gratuita. Caso se escolha o pagamento por meio do boleto bancário, neste recurso há um encargo de R$ 2,49 – custo de emissão. Já a cobrança via cartão de crédito exige uma taxa de 4,99%.

“Dessa forma, o dinheiro ficará disponível para que ele possa fazer pagamentos a seus amigos ou a estabelecimentos que a aceitem a ferramenta”, explica o CEO.

Vale ressaltar que para fazer uma retirada de dinheiro para qualquer conta corrente da titularidade do usuário, o custo é de R$ 0,99 por transferência.

Já na hora de fazer a cobrança também há três possibilidades de viabilizar a transação. A primeira – e talvez a mais simples – é solicitando o dinheiro quando o contato do devedor está salvo na agenda telefônica.

O QR Code é a segunda opção nomeada de “Código Opa!”, que pode ser lido por outro smartphone por meio do app. Deve-se destacar que ambas as opções citadas podem ter as operações concluídas instantaneamente.

Por outro lado, a escolha da emissão de boleto pede até dois dias úteis de pagamento, sendo que há também um custo de R$ 2,49 relativo ao custo de emissão.

MPEs

Voltado especificamente para Micro e Pequenas Empresas (MPEs) há o Opa! Pro, que é uma ferramenta imune de qualquer tarifa de adesão, presente nas máquinas de cartão. Assim como as transferências de pessoa para pessoa, para cobrar o cliente, o empresário pode gerar o QR Code ou emitir um boleto, com o mesmo custo e dias úteis para a conclusão do pagamento.

Mesmo com apenas cinco meses de funcionamento, a Avant já pensa em lançar também o cartão plástico do aplicativo, que servirá como um cartão de crédito pré-pago. A missão da empresa é chegar ao público “desbancarizado”, que segundo o Banco Central soma atualmente cerca de 50 milhões de pessoas.

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