Brasil Econômico

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O Boletim Focus desta segunda-feira (24) realizado pelo Banco Central (BC) e outras instituições financeiras projetam a inflação, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 4,04% este ano. O valor representa a sétima retração seguida.

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Banco Central: Para 2018 a projeção da inflação passou de 4,39% para 4,32% de aumento

No medidor da semana passada, a estimativa avaliada pelo Banco Central era de 4,06%, valor 0,44 ponto percentual (p.p) abaixo da meta de 4,5% estipulada pelo governo. Para 2018, a projeção apresentou uma retração mais significativa, ao passar de 4,39% para 4,32%.

Na quinta-feira (20), o Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mostrou variação positiva de 0,21% no mês de abril, valor 0,06 ponto percentual acima da taxa de março, quando a marca foi de 0,15%. O indicador que influenciou as projeções do BC há 11 anos não tem uma marca tão baixa quanto o obtido em abril de 2006, quando o IPCA-15 ficou em 0,17%.

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Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom), responsável pelas variações da taxa básica de juros, Selic, avalia que no final de 2017, a porcentagem chegue a 8,5%. Vale ressaltar que esta é a mesma projeção para o final de 2018.

Ao aumentar a Selic, o Copom tem como intuito conter a demanda aquecida, uma vez que os juros estão mais altos, e encarece a concessão de crédito, o que consequentemente reflete nos preços das mercadorias vendidas.

A diminuição da taxa básica de juros, por outro lado, incentiva à produção e ao consumo nacional, além de também diminuir o preço do crédito. Atualmente, a Selic está em 11,25% ao ano, valor bem acima da meta.

PIB

Nesta segunda-feira, economistas de 100 instituições financeiras projetaram o crescimento do Produto Interno Bruto, ou a soma de todas as riquezas do País, em 0,43%. O valor, ainda tímido, é 0,3 ponto percentual acima do estipulado semana passada, quando a marca não passou dos 0,40%.

Em relação a 2018, a previsão de crescimento do Banco Central se mantém igual, com saldo positivo de 2,5% ao ano.

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*Com informações da Agência Brasil

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