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Nesta quarta-feira (19) a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou uma pesquisa, na qual foi constatada que o consumidor está com expectativas otimistas em relação à inflação para os próximos seis meses.

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Marca obtida é de 103,4 pontos da expectativa do consumidor
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Marca obtida é de 103,4 pontos da expectativa do consumidor

A marca obtida é de 103,4 pontos, valor 1,4% maior do que o registrado em março, mês que apresentou queda de 2,3% frente a fevereiro. Já na comparação anual, a elevação das expectativas do consumidor é ainda mais discrepante, visto que o valor é 6,1% maior do assinalado em abril de 2016, quando a CNI constatou 97,5 pontos.

Embora o quadro atual seja de elevação, o indicador ainda continua abaixo da média histórica, que foi iniciada em março de 2001, quando a pontuação foi de 108,6.

Para realizar o balanço, a CNI entrevistou cerca de 2 mil pessoas em 143 municípios entre os 7 e 11 de abril, em parceria com o Ibope.

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Outros indicadores

Não só a inflação foi apurada pela entidade, a pesquisa também identificou que o brasileiro está com melhores expectativas frente ao emprego, à renda pessoal, ao endividamento, à situação financeira e principalmente à evolução dos preços.

A Confederação Nacional do Comércio (CNC) também divulgou nesta quarta-feira (19) o Índice de Intenção de Consumo das Famílias, o qual variou 0,5% entre março e abril de 2017. De acordo com a apuração, a queda das perspectivas profissionais dos consumidores de 2,4% e a percepção negativa frente à compra de bens duráveis influenciaram para a conclusão numérica.

Compras a prazo, perspectiva de consumo e emprego atual tiveram variações respectivas de 1%, 0,6% e 0,4% e impulsionaram o resultado. Assim como o nível de consumo atual e a renda atual que elevaram, nesta ordem, em 0,4% e 0,3%.

Quando se trata da comparação anual, a taxa registrada é 6,2% maior em relação a abril de 2016, visto que seis dos sete componentes tiveram alta, sendo o maior da perspectiva de consumo, que teve variação de 22,5%. Já a avaliação sobre compra a prazo pelo consumidor foi o único que obteve queda na comparação entre abril de 2016 e 2017, com baixa de 0,5%.

* Com informações da Agência Brasil

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