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Dados foram apurados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) e divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (23)

Dados divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que a taxa de subutilização da força de trabalho – subocupação mais desocupação – fechou 2016 em 20,9%.

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Desemprego fecha 2016 em 12% da população economicamente ativa, informou o IBGE
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Desemprego fecha 2016 em 12% da população economicamente ativa, informou o IBGE


Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) e apontou que no quarto trimestre de 2016 o mesmo indicador chegou a 22,2%, informou o IBGE.

O resultado do 4º trimestre foi maior ao se comparar com o terceiro trimestre do ano passado, quando o indicador de subutilização de mão de obra foi de 21,2%. Na comparação com o quarto trimestre de 2015 também, já que nesse período o índice foi de 17,3% no País.  

Pelos dados analisados pelo IBGE, a região nordeste foi responsável pela maior taxa de desocupação: 33% no 4º trimestre, enquanto a menor ocorreu na Região Sul, com 13,4%. O IBGE informou ainda que na analise entre estados, a Bahia teve o índice mais alto de subutilização com 36,2%. Já Sant Cataria apresentou o menor com 9,4%. No quarto trimestre do ano passado havia 24,3 milhões de pessoas enquadrados neste índice de subutilização.

A pesquisa apontou ainda que neste período foi registrado um crescimento de 6% em relação ao 3º trimestre do ano, representando 1,4 milhão de pessoas. Em relação ao 4º trimestre de 2015, foi registrado 18,5 milhões de pessoas, com o aumento de 31,4%.

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Desemprego

Outro resultado divulgado nesta quinta-feira (23) com base nos dados do Pnad foi a taxa de desemprego, que fechou 2016 em 12% da População Economicamente Ativa. A média do ano foi de 11,5%. O resultado sinalizou que três regiões estão acima da média em sua taxa de desocupação, sendo o Nordeste com 14%, Norte com 12,7% e o Sudeste com 12,3%.

A Região Centro-Oeste, ficou com 10,9% e a Sul, com 7,7%, sendo essas as regiões com as menores as taxas do indicador para o Brasil.

No Amapá, o índice chegou a 16,8%, a maior taxa entre os estados. Em Santa Catarina, a taxa foi 6,2%, o menor índice para as unidades da federação.

Na desagregação por cor ou raça - dado esse divulgado pela primeira vez pelo IBGE - as taxas de desocupação das pessoas de cor preta (termo usado pelo órgão) foi de 14,4% e parda ficou em 14,1%, sendo que ambas ficaram acima da média nacional a dos brancos que ficou em 9,5%.

*Com informações da Agência Brasil

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