Tamanho do texto

Lojas de departamento, moda e acessórios são as categorias que mais ofertam os famosos cupons de desconto ao consumidor brasileiro

Brasil Econômico

De acordo com a divulgação realizada nesta quinta-feira (2) pela Cuponomia, o mercado nacional de cupons de descontos gerou mais de R$ 500 milhões para o e-commerce no ano passado no País. 

LEIA MAIS: Confira cinco tendências para investir na modalidade de e-commerce em 2017

Mercado de cupons de desconto pode crescer neste ano
iStock
Mercado de cupons de desconto pode crescer neste ano

O balanço não foi positivo apenas para o e-commerce,  pois mais de 15 milhões de cupons foram retirados no site da Cuponomia. O resultado é o dobro dos resgates de cupons registros de 2015, o que permitiu ao consumidor economizar em média 20% em suas compras. 

A quantidade de cupons de descontos ofertados pelas lojas online cresceu 77% no último ano. As categorias que proporcionaram maior volume de cupons foram: moda esportiva com alta de 6%, beleza – perfumes, cremes e maquiagem com 8%, alimentos e bebidas  também com  alta de 8%, moda e acessórios  com 13% e lojas de departamento  com  40%.

LEIA MAIS: Confiança do consumidor da classe D/E foi a mais abalada no último ano, diz ACSP

Antônio Miranda, CEO do Cuponomia,  acredita que o ano de 2017 trará uma variação ainda mais expressiva do mercado de cupons, pois cada vez mais as empresas têm se mostrado interessas em oferecer descontos aos seus consumidores.

Ranking

De acordo com o site da Cuponomia, a demanda do consumidor brasileiro pelos cupons cresceu 130% nos últimos 3 anos. Essa alta faz com que o Brasil seja o País que mais busca cupons na América Latina. Em segundo lugar vem o México, seguido da Argentina e Colômbia.

Tendência

No dia 27 de dezembro foi anunciado pelo Diário Oficial da União (DOU) que uma das Medidas Provisórias (MPs) propostas pelo governo de Michel Temer é o desconto em pagamentos realizados à vista. Entretanto, posteriormente foi divulgado que a MP será facultativa, uma vez que a ação visa - nas palavras do ministro da Fazenda Henrique Meirelles - apenas regularizar algo que já é comum entre consumidores e empresários do comércio nacional.

Ou seja, visto que não é garantido o desconto por uma compra à vista, é muito mais inteligente que o consumidor garanta seus cupons de desconto e reduza seus gastos. Afinal, em tempos de recessão a economia nunca é demais economizar. 

LEIA MAIS: Consumidor está menos satisfeito com as empresas, aponta estudo da ESPM

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.