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No acumulado desde sua criação, a carteira mensal técnica evoluiu cerca de 28,6%, enquanto Índice da BM&F Bovespa (Ibovespa) cresceu 22,6%

Brasil Econômico

Carteira Dividendos 8+  apresentou ganhos de 127,1%  desde sua criação, enquanto  Ibovespa  da BM&F Bovespa atingiu 23,5%.
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Carteira Dividendos 8+ apresentou ganhos de 127,1% desde sua criação, enquanto Ibovespa da BM&F Bovespa atingiu 23,5%.

A Carteira Mensal Técnica, apurada pelo analista Leandro Martins da corretora Rico, tem como objetivo principal superar o Índice Bovespa (Ibovespa) da BM&F Bovespa e consiste em 10 recomendações de compra de ações durante todo o mês, tendo cada ação peso de 10%. Em janeiro, a carteira registrou alta de 9,39%, enquanto o Ibovespa aumentou 7,38%. No acumulado desde sua criação, a carteira evoluiu 28,6%, comparado aos 22,6% do Ibovespa.

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Carteiras recomendadas

Também em janeiro, a Carteira Dividendos 8+ da corretora Rico, que tem como intuito oferecer alternativas consistentes para quem busca retornos financeiros, apresentou alta de 9,69% contra 7,38% do Ibovespa do BM&F Bovespa . Em relação ao Índice Dividendos (Idiv), o acréscimo foi de 8,6%. Desde seu desenvolvimento, a carteira registrou resultado positivo de ganhos, com 127,1%, contra 23,5% do Ibovespa.

Vale ressaltar que essa carteira procura fazer investimentos em ações de empresas com políticas elevadas no que se diz respeito a distribuições de dividendos ou juros sobre capital próprio.  Assim, o peso das ações na Carteira Dividendos 8+ equivale a 12,5% por ação, fazendo com que uma carteira de R$ 100 mil, por exemplo, seja alocada por R$ 12,5 mil para cada ativo.

Impactos

Após Donald Trump ser eleito como o novo presidente dos Estados Unidos e a redução significativa da taxa Selic feita nas primeiras reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado nacional reagiu de forma positiva e com grande entrada de fluxo de capital estrangeiro. Porém, resultados acima de seus benchmarks foram obtidos pelo Ibovespa e Idiv.

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De acordo com o analista, devido a forte volatilidade no mercado de ações diante do cenário macroeconômico atual, a realização de uma manutenção de toda a carteira foi escolhida, juntamente da inserção de empresas que contribuam para o crescimento da mesma.  

Expectativas mensais

Referente à redução da Selic, o analista acredita que o Copom continue sinalizando novos cortes em suas reuniões, assim como aguarda mais informações acerca da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), prevista para o centro da meta de 4,5% ou abaixo desse patamar.

Já para fevereiro, estão previstas duas trocas de ativos na carteira, porém ainda mantendo-a vigente. Segundo Leandro Martins, a expectativa é estar mais aderente ao Ibovespa do BM&F Bovespa, porém mais defensivos do que foram em janeiro diante das incertezas do cenário macroeconômico e dos riscos trazidos pelo governo Trump.

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