Brasil Econômico

Uma consumidora australiana afirmou que seu filho, de apenas três meses, foi hospitalizado após usar um protetor solar com fator de proteção 50 da Peppa Pig, produzido pela ONG Cancer Council Australia.

+ Proteste pede retirada de modelos de fogão do mercado por falta de segurança

undefined
Reprodução Facebook
Jessie Swan postou a foto de seu bebê, de apenas três meses, após reação ao uso de protetor solar


A australiana Jessie Swan postou sua indignação na fanpage da empresa e pediu que os demais consumidores,  não utilizem o produto da marca e alertou sobre o ocorrido com o seu bebê. "Não comprem esse protetor solar. Ele não estava no sol. Estava simplesmente ao ar livre, então coloquei o protetor apenas para prevenir", dizia a reclamação de Jessie.

A australiana Jessie Sean explicou que a vermelhidão na pele de seu filho não era de queimadura solar e sim uma reação ao protetor utilizado em seu filho.  Ela afirmou que o bebê passa bem e já está em casa, mas devido à reação alérgica ele ficou hospitalizado por três dias e duas noites para minimizar a reação que deixou a pele de seu filho cheia de erupções e queimada, mesmo sem o bebê ter sido exposto ao sol.

+ Vai comprar móveis ou itens de decoração? Procon explica quais os seus direitos

A ONG, em resposta, afirmou que seu produto é dermatologicamente testado e vai verificar o que ocasionou a reação na pele do bebê de Jessie. "Nós gostaríamos de tranquilizar todos que nosso protetor solar foi formulado para as peles mais delicadas".  Após a reclamação da consumidora, outras mães relataram casos simulares após o uso do protetor da marca.

Teste de qualidade

Em novembro de 2016 a Proteste realizou teste para verificar a eficácia de 10 marcas de protetor solar para o rosto, que vendidas no mercado brasileiro. Foi constatado que cinco delas não tinham o fator de proteção que era anunciado no rótulo do produto e uma dela teve o índice mínimo de proteção ficou abaixo o estipulado pela legislação brasileira. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite variação de até 17% em relação ao que é informado na embalagem dos protetores solar.

Desde 2012 a legislação brasileira determina que, nos filtros solares, a proteção UVA deve ser um terço do FPS. Ou seja: um protetor com FPS 60 precisa ter proteção UVA igual a 20, no mínimo.

+ Material escolar está 12,97% mais caro este ano, aponta pesquisa do Procon-SP

    Veja Também

    Mais Recentes

      Mostrar mais

      Comentários