Brasil Econômico

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Indicador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que mede o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na cidade de São Paulo, acumulou alta de 6,54% em 2016, resultado esse bem abaixo ao registrado em 2015, quando o indicador chegou a 11,07%.

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IPC da Fipe apontou que a inflação em São Paulo fechou 2016 em 6,54%


A Fipe apurou que em dezembro o IPC apresentou alta de 0,72%, resultado esse superior ao registrado em novembro, quando o indicador  teve alta de 0,15%. A fundação identificou que o grupo de alimentação registrou alta de 0,27% em dezembro de 2016, sendo que no mês anterior, novembro, tinha apresentado queda de 0,92%.

O IPC medido pelo Fipe apurou ainda que os preços do transporte passaram de 0,42% em novembro para 0,53% em dezembro. Habitação também apresentou alta na comparação mensal, ao passar de 0,34% em novembro para 0,86% em dezembro. As despesas pessoais variaram de 0,79% para 1,18% e vestuário de 1,05% para 1,83%, no período analisado pela Fundação.

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Em contrapartida, os preços no setor de saúde avançaram menos no período, ao passar de 0,48% em novembro para 0,36% em dezembro. Educação variou de 0,13% para 0,03%.

O IPC medido pela Fipe apontou que de 2015 para 2016, os gastos da família de São Paulo subiram menos. Habitação saiu de uma alta de 13,38% em 2015 para 4,73% em 2016, valor esse impulsionado pela conta de luz.

As despesas com alimentação tiveram incremento de 11,43% em 2015 e de 7,54% em 2016. Já o transporte saiu de alta de 11,14% para 5,04% no ano passado. As despesas pessoais também tiveram avanço menor no período analisado pela Fipe, ao passar de 8,99% para 7,30% no ano passado.

Brasil

Na segunda-feira (2) economistas de instituições financeiras consultado pelo Banco Central estimaram que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fique em 4,87% este ano, índice maior que o sinalizado na última semana, quando a expectativa de inflação para 2017 era de 4,85%.

Os dados apurados pelo Boletim Focus, do Banco Central, e divulgados semanalmente, apontam que a leve alta sinalizada agora não terá efeito negativo, já que o indicador mantém proximidade ao centro oficial da meta de inflação, que é de 4,5%.

*Com informações da Agência Brasil

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