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Em primeiro momento, 13 culturas serão beneficiadas. A meta do Ministério da Agricultura, segundo Novacki, é definir até junho de 2017 normas técnicas para todas as culturas consideradas importantes para o País

Agência Brasil

Novas normas beneficiam 13 culturas diferente no País. Redução no custo da produção pode chegar a 35%
REUTERS/Paulo Whitaker
Novas normas beneficiam 13 culturas diferente no País. Redução no custo da produção pode chegar a 35%

As novas normas produtivas definidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento  desenvolvidas em parceria com as cadeias produtivas e pelo órgão de pesquisa e extensão do ministério, podem ajudar os produtores de arroz, trigo, gengibre e demais produtores nacionais a reduzir o custo da produção agrícola em até 35%.

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O ministério também anunciou também a assinatura de convênios no valor de R$ 560 mil com a Universidade Federal de Viçosa (MG) e de R$ 725 mil com a Embrapa para a oferta de assistência técnica aos produtores interessados em aderir às normas de produção agrícola. “Essas normas vão garantir que os nossos produtos sejam saudáveis, produzidos de forma sustentável, além da garantia de rastreabilidade. Isso é muito importante e já praticado por países como os Estados Unidos e o Canadá”, disse o secretário executivo do ministério, Eumar Novacki.

Novacki explicou que as novas normas estão especificadas de forma simples, com um “passo a passo” com orientações que vão desde a escolha das mudas ou sementes para o plantio até o cuidado com o arcabouço jurídico relacionado aos aspectos econômicos e ambientais. “Essas regras estabelecem de que forma os produtores podem ser mais eficientes. Estabelecem os critérios de sustentabilidade aos quais ele deve atender e como pode atingir os mercados interno e externo com a rastreabilidade. São normas que mostrarão para o produtor como ele deve produzir e quais os passos a seguir”.

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As normas técnicas assinadas para as 13 culturas estão disponíveis no Ministério da Agricultura e também serão repassadas aos produtores interessados por meio de técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que darão assistência in loco.

Além da divulgação das normas técnicas, o ministério também anunciou a assinatura de convênios no valor de R$ 560 mil com a Universidade Federal de Viçosa (MG) e de R$ 725 mil com a Embrapa para a oferta de assistência técnica a produtores interessados em aderir às normas.

No futuro

A meta do Ministério da Agricultura, segundo Novacki, é definir até junho de 2017 normas técnicas de produção agrícola para todas as culturas consideradas importantes para o País. “Há várias outras culturas a terem normas técnicas definidas. O ministro Blairo Maggi estabeleceu o prazo final para março do ano que vem, mas a ideia é que até o fim do primeiro semestre de 2017 todas as culturas importantes para o país sejam normatizadas.” 

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