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Empresa terá de investir em internet móvel e atendimento ao consumidor. O montante deve ser empregado ao longo de quatro anos e beneficiará mais de 500 municípios

Brasil Econômico

Montante deve ser empregado em melhorias na banda larga, na rede 3G e nos sistemas de atendimento ao consumidor
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Montante deve ser empregado em melhorias na banda larga, na rede 3G e nos sistemas de atendimento ao consumidor

A Telefônica/Vivo terá de investir R$ 4,87 bilhões nos próximos quatro anos no Brasil após a aprovação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) pela A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).  O documento agora será encaminhado para aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU).

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Em nota ao Brasil Econômico, a Telefônica/Vivo informou que  “considera positiva para o País a proposta do TAC, apresentada pela empresa e aprovada  pelo Conselho Diretor da Anatel”. Segundo a Anatel o montante estipulado deve ser empregado em melhorias e garantia dos direitos dos usuários, em qualidade nos serviços prestados pela empresa, em ações de combate as interrupções na prestação de telecomunicações, em promoção da universalização e no desenvolvimento de infraestrutura de Redes de Acesso Ópticas (FTTH).

Metas estipuladas

Os R$ 4,87 bilhões devem ser empregados em médio prazo no País e beneficiar 551 municípios brasileiros. Nos próximos quatro anos o Grupo Vivo tem como meta disponibilizar estrutura para o serviço de ultra banda larga em 100 municípios, sendo que 35 deles no Estado de São Paulo, área de atuação do Grupo como concessionária, e 65 fora do Estado, informou a Anatel. A empresa deve ainda ampliar a rede de suporte a telefonia fixa e de transmissão de dados, da prestadora em 7,2 mil quilômetros,  disponibilizar em 152 coberturas móvel de 4G; instalar 3G em municípios onde há unicamente o 2G em funcionamento. Outra meta do Grupo Vivo é atualizar em 100% a planta de orelhões.

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“A proposta vai direcionar um substancial volume financeiro para investimentos em qualidade e importantes projetos de infraestrutura, como a expansão de banda larga, que ajudarão a reduzir o gap digital no Brasil”, enfatizou a Telefônica/Vivo.

Responsabilidades

A Anatel exigiu ainda para a aprovação do TAC que a prestadora invista em sistemas integrados para que seus clientes e usuários possam ter suas demandas atendidas de forma online, tanto para serviços fixos de voz e dados e de serviços móveis. Após seis meses da assinatura do ermo de ajustamento de conduta, a Telefônica/Vivo deve criar ouvidoria para atendimento das solicitações dos usuários.


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