Imóveis: É hora de Investir no setor?
Ivonete Dainese
Imóveis: É hora de Investir no setor?

A busca é diária por melhores oportunidades de investimentos. Contudo, as ofertas são inúmeras para aplicar melhor o nosso dinheiro. Quem diria que os imóveis entrariam para esse portfólio? Pois bem, aqui estão algumas sugestões para o ingresso nesse mercado, aliás, as dicas são do especialista em cotas da NeoIn, Jonata Tribioli.

O que se sabe é que, historicamente, o setor imobiliário é um dos mais estáveis e rentáveis do Brasi. São diferentes modalidades de investimentos, de aluguel a fundos de investimentos. Mas um modelo tradicional e que nos últimos anos tem se popularizado entre investidores da classe média são as cotas de empreendimento imobiliário.

Essas são as formas pelas quais uma construtora capta recursos junto a pessoas físicas para dar início a uma obra, oferecendo em troca um percentual sobre o capital investido.

No passado, apenas um grupo restrito de milionários tinha acesso a este investimento, mas isso vem mudando. Construtoras têm se adaptado para disponibilizar as cotas para a classe média também, atraindo novos investidores.

Mas por que esse novo tipo de cota de empreendimento chama tanta atenção? Aqui estão três motivos pelos quais você deveria investir em cotas de empreendimento hoje mesmo.

Baixo custo de investimento

De acordo com o estudo do Instituto Locomotiva, 47% da população brasileira pertence à classe média. Essa fatia da população tem atraído algumas construtoras, que se adaptaram para oferecer as cotas de empreendimento imobiliário, antes restritas a milionários. “Anos atrás, uma cota não era oferecida por menos de R$ 1 milhão”, diz Tribioli.

Hoje, construtoras oferecem esse tipo de investimento a partir de R$ 10 mil. “Dessa forma, democratizamos as cotas de empreendimento imobiliário. Além disso, educamos a população quanto às oportunidades no setor fora do tradicional aluguel”, comenta.

Alta porcentagem de lucro

Na prática, as cotas de empreendimento são uma opção de investimento capaz de aliar a segurança do mercado imobiliário com uma taxa de lucro elevada, cujos ganhos variam de 18% a 24% ao ano, bem acima dos 10% registrados pela inflação em 2021.

“Isso ocorre, pois o investidor adquire as cotas logo no início do projeto, arcando somente com o preço de construção, para depois comercializar os imóveis a preço de mercado, valorizando o produto e impulsionando os lucros”, afirma.

Livre de burocracias e impostos

Essa lucratividade também é viabilizada pelo formato de pagamento, em dividendos, que são isentos de qualquer imposto de renda no país. Como o cotista entra no negócio apenas como sócio participante/oculto, ele não tem nenhuma obrigação jurídica sobre o negócio e não pode ser responsabilizado por problemas relacionados à construção, garantindo um investimento lucrativo e sem grandes compromissos. Além disso, a condição de sócio oculto é o que também proporciona menor burocracia.

Em outros modelos de investimento imobiliário, como a compra de um imóvel para alugar a terceiros, é necessário arcar com diversos custos, incluindo comissão do corretor, taxas de obras e gastos com registro. No caso das cotas de empreendimento, como o investimento está atrelado a uma quantidade determinada de metros quadrados, nenhuma dessas taxas entram na conta.

Como ser um cotista?

Para iniciar os investimentos e se tornar um cotista, Tribioli conta que a pessoa deve participar de uma rodada de investimentos junto à construtora. Durante o evento, a empresa irá apresentar os projetos em desenvolvimento e as cotas previstas para cada um deles, que podem variar tanto no valor mínimo de aporte quanto no tempo de alocação do capital.

Definido o projeto e o investimento pela cota, o próximo passo é o contrato. Segundo o especialista da NeoIn, o acordo é formalizado por meio de um contrato na forma de Sociedade de Conta de Participação, instrumento jurídico que garante a operação através de Lei ( 10.406/2002) do código civil brasileiro.

Neste instrumento jurídico, a empresa responsável pelo projeto entra como sócia ostensiva, recolhendo os impostos sobre o total do empreendimento, enquanto o investidor aparece apenas como sócio participante/oculto, aportando valores e recebendo dividendos.

O setor está aquecido no País, conforme os números de emmpresas do setor de construção civil. Em abril desse ano, os canteiros de obras ativos somavam 9 mil. Em janeiro de 2020, antes da pandemia de Covid-19, eram apenas 5 mil.

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