Fundos têm captação líquida positiva de R$39,3 bi entre 1º e 14 de maio

Em suma, a maré negativa que a Bolsa de Valores (B3) enfrentou no mês passado se deve, principalmente, aos impasses entre os poderes, incertezas em torno dos custos para financiar novos programas, além de baixas no mercado internacional.

Desse modo, o Ibovespa protagonizou sua maior queda mensal, cerca de 6,57%, desde março do ano passado. Com efeito, os fundos de ações sentiram o impacto e tiveram mais resgates do que depósitos no período.

Logo, os mesmos tiveram um saldo de captação negativo de R$ 3 bilhões. Isto é, o pior desempenho mensal desde janeiro deste ano, que ficou em R$ 23,1 bilhões.

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Mesmo setembro sendo especialmente ruim para os fundos de ações, os mesmos continuam com o saldo positivo na base anual, com depósitos líquidos alcançando R$ 7,8 bilhões.

Por outro lado, os multimercados também terminaram no negativo. Logo, a categoria finalizou o mês com saques líquidos de R$ 13,4 bilhões. Desde abril de 2020, essa classe não registrava uma captação tão ruim.

Qual classe ficou em azul?

O dólar frente ao real impulsionou algumas classes de investimentos, tais como os depósitos líquidos em fundos cambiais, que em setembro registraram R$ 171,7 milhões, valor muito superior ao mês anterior, com R$ 18,1 milhões.

Confira a matéria completa no  site do 1Bilhão.

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