Uma série de ofertas públicas iniciais (IPOs) na Bolsa de Valores brasileira, marcadas para o mês de outubro, foram adiadas ou suspensas em razão da instabilidade do mercado acionário.

Deste modo, alguns dados divulgados pela Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) constam que dezenas de empresas abriram mão de fazer suas estreias na B3 este ano.

Nesta quarta-feira (6), por exemplo, a Privalia, Madero, BlueFit, Conasa e CSN Cimentos interromperam seus IPOs. Portanto, já são quase 30 ofertas iniciais canceladas em 2021, segundo a CVM.

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Motivo do cancelamento

Em resumo, a alta volatilidade do mercado deixou as empresas e investidores inseguros. Dado que, a Bolsa de Valores enfrenta uma maré negativa com quedas de ações superiores ao normal.

Aos investidores que estão seguindo adiante com a abertura de oferta pública, as empresas oferecem descontos que variam entre 10% a 30%, algo inferior à faixa de preço estabelecida inicialmente.

Lado das empresas

Na abertura de capital, as empresas normalmente visam arrecadar dinheiro para realizarem maiores investimentos em produtos e serviços. Assim como, aquisições para um potencial crescimento.

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Esta operação de abertura na Bolsa de Valores costuma ser um movimento com bastante relevância no mercado de ações. Desse modo, as companhias aguardam o melhor momento para conseguirem ainda mais investidores e arrecadarem capital.

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