Fundos Imobiliários de Tijolo ou de Papel: saiba qual escolher na hora de investir
Sophia Bernardes
Fundos Imobiliários de Tijolo ou de Papel: saiba qual escolher na hora de investir

Os fundos de investimentos imobiliários são um dos tipos de investimentos mais comuns no país. Por parte dos analistas, são investimentos menos arriscados. Posto que costumam obter um rendimento ordinário .

No primeiro semestre deste ano, a maior parte dos fundos de investimentos imobiliários, cerca de 74% dos listados na Bolsa de Valores, registraram bons resultados aos investidores, de acordo com levantamento da plataforma Smartbrain .

Pensando nisso, trouxemos a definição de cada um, como funcionam e como eles se diferem:

Sobre Fundos Imobiliários

Desse modo, os FIIs são especializados em ativos imobiliários como, por exemplo, compras ou construção de prédios comerciais, shoppings, entre outros. Diferentemente das ações de empresas listadas na B3, o acionista apenas adquire cotas de investimento do fundo.

Entretanto, com a alta valorização do mercado de FIIs, é fundamental que o investidor compreenda a diferença entre os fundos de tijolo (ou de renda) e os de papel (ou de recebíveis).

Fundos de tijolo

Em suma, os fundos de tijolo são compostos por imóveis urbanos ou rurais, com propósitos comerciais ou residenciais. Os lucros desses fundos são gerados a partir da renda da locação, arrendamento ou venda do local.

Assim, os tijolos são caracterizados por imóveis físicos. Ou seja, galpões logísticos, supermercados, prédios de escritórios, hotéis, agências bancárias, hospitais, lojas, lajes corporativas e shopping centers. Portanto, os FIIs de tijolo são vistos como ótimas opções aos investidores que visam a rentabilidade passiva na aposentadoria.

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