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SÃO PAULO - O Wachovia, instituição financeira regional dos Estados Unidos, desistiu de um acerto preliminar com o Citigroup e resolveu fechar com o Wells Fargo, o gigante do setor bancário da Califórnia, um acordo de fusão.

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"O Wells Fargo & Company e Wachovia Corporation assinaram hoje um pacto definitivo para a fusão das duas empresas, incluindo todas as operações bancárias do Wachovia, em transação que não vai requerer nenhuma assistência financeira do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) ou de qualquer outra agência governamental", destacou o Wells Fargo em nota em sua página eletrônica.

O Wells Fargo deve absorver todos os ativos do Wachovia, incluindo a rede de depósitos, as atividades de corretagem e a divisão de administração de investimentos. O Citigroup fez uma oferta apenas pelas operações bancárias do banco regional, da ordem de US$ 2,2 bilhões.

Pelo acerto, os acionistas do Wachovia vão receber 0,1991 ação ordinária do Wells Fargo em troca de uma ação do Wachovia. A transação deve ficar perto de US$ 15,1 bilhões e requer aceitação dos acionistas do Wachovia e das autoridades reguladoras.

Ao contrário do Citigroup, o Wells Fargo, salientou que a transação não vai precisar de assistência do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC, órgão dos EUA encarregado do seguro de depósitos bancários) ou de qualquer outra agência do governo.

A instituição, com sede em San Francisco (EUA) é considerada uma das mais fortes em meio ao tumulto financeiro, completou ainda que levantará US$ 20 bilhões por meio de emissão de novas ações, basicamente papéis ordinários.

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